quinta-feira, maio 18, 2017

Ações de combate e conscientização sobre abuso e exploração sexual de crianças e adolescentes são realizadas nesta quinta-feira


Nesta quinta-feira, 18 de maio, é comemorado o Dia Nacional de Combate ao Abuso e Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes, como parte das manifestações agendadas para marcar esse dia de luta e conscientização, o Conselho Municipal de Direitos da Criança e do Adolescente (CMDCA), promove mais uma mobilização do projeto Faça Bonito, cujo objetivo é fazer o enfrentamento ao abuso, violência e exploração sexual de crianças e adolescentes.
O evento para chamar a atenção à data e conscientizar a população acontece na Praça Ipiranga,  e termina às 12h.
Nesta data a Polícia Federal deflagrou a Operação Cabrera, destinada a reprimir o compartilhamento e a posse de imagens e vídeos de pornografia infantil na internet.

Cerca de 370 policiais cumprem 93 mandados de busca e apreensão, além de duas prisões preventivas e uma condução coercitiva, em 18 Estados, entre eles Mato Grosso (AC, AM, AP, BA, CE, GO, MG, MT, MS, PA, PE, PR, RJ, RO, RS, SC, SP) e no Distrito Federal.
A Operação reuniu informações e alvos de investigações de várias unidades da Polícia Federal pelo Brasil, não diretamente relacionadas entre si, mas que tratam da disseminação transnacional de pornografia infantil, por meio de redes sociais, e-mail e aplicativos de mensagens e vídeo.

A Operação unificada e coordenada pela Unidade de Repressão aos Crimes de Ódio e Pornografia Infantil da Polícia Federal

O nome da operação presta homenagem a Araceli Cabrera Sánchez Crespo, uma menina brasileira de 8 anos que foi sequestrada, violentada e cruelmente assassinada em 18 de maio de 1973, crime que até hoje permanece impune. Posteriormente, a data ficou instituída como o “Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes”.

Os investigados responderão, na medida de suas participações, pelos crimes de posse, compartilhamento de arquivos de pornografia infantil, com penas previstas no Estatuto da Criança e do Adolescente e no Código penal Brasileiro que variam de 1 a 6 anos de reclusão. 


Com informações PF/Brasília e CMDCA

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