sexta-feira, maio 19, 2017

Alunos de Várzea Grande participam de ‘Gincana Estudantil’ contra exploração sexual infantil


Mobilizar, sensibilizar e chamar a sociedade a participar da luta em defesa dos direitos das crianças e adolescentes livres da exploração sexual. Foi com essa proposta que os alunos da Escola Estadual “Dunga Rodrigues”, localizada no bairro Parque do Lago, realizaram nesta sexta-feira (19-05-17), uma Gincana Estudantil. O evento faz parte das ações alusivas ao Dia Nacional de Combate ao Abuso e a Exploração Sexual de Crianças e Adolescente – comemorado no dia 18 de maio.  
Equipes da secretaria de Assistência Social, parceira da ação, levou a escola programas do Governo Federal: Bolsa família, referenciamento, justiça comunitária e atendimentos psicológicos. A ação também contou com apoio de órgãos de Segurança Pública (Polícia Militar, Exército Brasileiro, Guarda Municipal e Polícia Rodoviária Federal), que também trabalham com ações de combate contra ao abuso e exploração sexual de crianças e adolescentes.  
A administração municipal tem também investido no combate a exploração sexual infantil, num dos trabalhos que está sendo desenvolvido e com total sucesso é ‘Escola em Tempo Ampliado´ – ETA, para crianças e adolescentes, cujo objetivo é contribuir com a melhoria na qualidade da educação, aumentar o rendimento escolar e sobretudo, tirar as crianças e jovens das ruas e da ociosidade, mantendo-as no ambiente escolar.  
Durante toda a manhã os estudantes realizaram provas de resistência, corrida de saco, torta na cara, vôlei de arreia, música e futebol de quadra. O diretor da escola ‘Dunga Rodrigues’, Márcio José Pereira, disse que os estudantes passaram a semana inteira treinando para desenvolver as provas em curto espaço de tempo. “A animação dos estudantes é visível e estamos bastante contentes com a contribuição de todos os órgãos e instituições que vieram dar a sua parcela de contribuição neste ato que tem como maior propósito chamar a atenção da população em geral quanto à problemática que envolve os nossos jovens, principalmente quando a questão se refere ao abuso sexual. É importante que a escola propicie aos alunos conhecimento e apoio, pois a vítima, quando é acolhida em um ambiente ético, expõe o problema e trata esses jovens dentro da Rede de Proteção. O nosso objetivo não é prestar atendimento às vítimas, mas sim conscientizar os alunos de que existe uma Rede de Atendimento que dará suporte e ajudará a discutir e resolver, caso haja o problema”, declarou.  



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