quarta-feira, maio 31, 2017

Grupo de trabalho é formado para buscar solução para crise na saúde


Após reunião com prefeitos e deputados estaduais, para discutir os rumos e soluções para sanar dívidas com a saúde no Estado de Mato Grosso, o governador Pedro Taques encaminhou a continuidade do debate por meio um grupo com representantes do governo, dos municípios e dos demais poderes.
Seis deputados e seis prefeitos deverão se reunir com a equipe econômica do governo do Estado para discutir a questão dos repasses do Fethab, assim como outras possíveis soluções para a saúde. Os apontamentos desse debate serão discutidos com o governador em uma reunião posterior, marcada para o dia 12 de junho, no Palácio Paiaguás.
Pedro Taques pediu a sensibilização dos gestores municipais para o momento, explicando que não irá tirar nem um centavo dos municípios sem que isso seja amplamente discutido com os prefeitos. “Precisamos pensar em uma solução a médio e longo prazo com a participação dos prefeitos, mas hoje a prioridade é a saúde” disse o governador, reiterando que não apresentará qualquer projeto nesse sentido sem conversar antes com prefeitos.
Além disso, o governador reforçou que o Estado não apresentou qualquer projeto que tire parte do Fethab dos municípios para investir em saúde. Segundo Taques, o governo não faria isso sem antes discutir com os prefeitos. O chefe do Executivo Estadual destacou que conhece a realidade dos prefeitos, uma vez que a crise financeira também atinge fortemente os municípios.
“O que precisamos é de um esforço de todos, o Governo do Estado sozinho não conseguirá resolver o problema da saúde, problema que se arrasta há anos e precisa de uma solução definitiva. Precisamos estar juntos. Resolver o problema da saúde passou a ser a prioridade do nosso governo”, destacou aos prefeitos ao detalhar os esforços financeiros que o Estado vem fazendo para quitar os débitos com o setor.
O líder do governo na Assembleia Legislativa, deputado estadual Dilmar Dal’Bosco, explicou  que não há recursos para auxiliar a saúde. “Estamos buscando alternativas, mas não temos nada pronto. Queremos salvar a saúde pública”.

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