quinta-feira, maio 04, 2017

Operação Luxus é deflagrada para prender 17 acusados de assaltos a bancos


A Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO), da Polícia Judiciária Civil realiza nesta quinta-feira (04-05-17) a operação Luxus, para prender 17 pessoas apontadas pelas investigações de serem membros de uma organização criminosa responsável por arrombamentos de agências bancárias.

São 22 mandados de prisão preventiva e quatorze buscas e apreensão. O grupo é acusado de praticar roubos e furtos em pelo menos 10 agências bancárias do Estado de Mato Grosso. Dentre os suspeitos de fazerem parte do grupo criminoso estão duas mulheres e um soldado da Polícia Militar, atuante no município de Poconé.

Alguns dos alvos tiveram mais de um mandado de prisão decretados pela Sétima Vara Criminal e também pela Vara Criminal da comarca de Poconé (104 km ao Sul), dai o numero de mandados ser maior que de executados.

Eles são acusados em três inquéritos, sendo o primeiro referente ao roubo ao Banco do Brasil, da Avenida Pernambuco, bairro Morada da Serra II, em 13 de novembro de 2016; o segundo do furto qualificado ao banco do Brasil de Poconé, ocorrido no dia 5 de fevereiro de 2017, e o terceiro inquérito que o crime de organização criminosa.

Os bandidos promoviam a quebra da parede e o desligamento do alarme de bancos da capital e do interior. Uma vez dentro subtraiam valores do cofres. As ações foram praticadas, geralmente, aos finais de semana, deixando um rastro de destruição nas instalações físicas das agências e a população sem os serviços bancários.

As ordens de prisão seguidas de busca e apreensão estão sendo cumpridas por equipes de mais de 70 policiais civis, nas cidade de Cuiabá, Várzea Grande e Poconé (104 km ao Sul). A ação conta com apoio do Centro Integrado de Operações Aéreas (CIOPAER), da Secretaria de Segurança Pública.

A operação leva o nome "Luxus", em razão da ostentação dos membros nas redes sociais, com fotos e vídeos de viagens de luxo, veículos importados e passeios suntuosos. "Não fazem a menor questão de esconderem a 'saúde' financeira advindas das práticas espúrias", dizem os delegados do GCCO, Diogo Santana Souza e Luiz Henrique Damasceno.


Com assessoria


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