terça-feira, maio 02, 2017

Sesp divulga fotos de suspeitos de envolvimento em assassinatos em Colniza


A Polícia Judiciária Civil identificou três dos quatro executores do assassinato de nove pessoas na área rural Taquaruçu do Norte, em Colniza (a 1.065 km de Cuiabá). Os nomes foram anunciados na tarde desta terça-feira (02-05-17), pelo Secretário de Segurança Pública (Sesp), Rogers Jarbas. Participarão da entrevista o delegado regional de Juína, José Carlos de Almeida Junior, o delegado municipal de Colniza, Edson Pick, o delegado da DHPP, Marcelo Miranda, e o comandante regional da Polícia Militar em Juína, tenente-coronel Eduardo Henrique de Souza. O grupo integra a Força Tarefa criada após o massacre, que ganhou repercussão internacional.
De acordo com os integrantes da Força tarefa, Pedro Ramos Nogueira, conhecido como Doca, 52 anos, foi preso no distrito de Guatá, também em Colniza. Já o sobrinho dele Paulo Neves Nogueira, 35, foi preso no distrito de Tabajara, em Machadinho D´Oeste (RO).
O terceiro suspeito de participar das execuções, e que está foragido, é Ronaldo Dalmoneck, o Sula, de 33 anos. A polícia suspeita que ele foi o responsável pela decapitação de algumas das vítimas.
Conhecido como o chefe do grupo identificado como “Encapuzados” o ex-policial militar de Rondônia Moisés Ferreira de Souza, conhecido como Moisés do COE (Comando de Operações Especiais), está foragido de uma ação penal que responde junto com Ronaldo pelo crime de roubo. A Polícia Civil suspeita que ele tenha participação nos assassinatos em Colniza.
As vítimas da chacina são: Fábio Rodrigues dos Santos, Izaul Brito dos Santos, Ezequias Santos de Oliveira, Samuel Antônio da Cunha, Francisco Chaves da Silva, Sebastião Ferreira de Souza, Aldo Aparecido Carlini, Edson Alves Antunes e Valmir Rangeu do Nascimento.
Sete vítimas são de Rondônia, uma de Mato Grosso e uma de Alagoas, todos homens adultos.

Laudo preliminar aponta que foram amarradas e executadas com armas calibre 12 e golpes de facão, algumas delas inclusive amarradas. Foram quase dois dias para que os corpos fossem retirados da área de mata e chegassem até a sede do município, distante cerca de 250 quilômetros na mata.
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