sábado, julho 01, 2017

Hospital São Tomé pode ser reativado após 13 anos fechado


Representantes do grupo Shriners foram recebidos pelo governador Pedro Taques e os grãos mestres apresentaram uma proposta de instalação de um hospital filantrópico em Cuiabá, nos moldes de outros 22 já implantados pelo grupo na América, e que atendem especialidades médicas como a ortopedia infantil.
A ideia do grupo é transformar o antigo hospital São Tomé, cujo prédio pertence ao governo e que encontra-se desativado desde o ano de 2004, em um grande centro especializado em ortopedia infantil, abrangendo crianças de 0 a 18 anos. Esta será uma ação que não irá gerar custos aos cofres públicos, pois o gerenciamento do hospital será via filantropia.
“A nossa intenção é implantar em Mato Grosso um centro de referência em ortopedia pediátrica para a América do Sul, trazendo para cá uma especialidade em que os Shriners já atuam mundialmente. Nós temos hoje 22 hospitais e queremos construir aqui o 23º. Sendo assim, o hospital São Tomé seria o embrião de todo esse processo de crescimento da atuação dos Shriners na assistência à saúde das crianças”, assinalou o presidente do grupo Antônio Kato.
Após a reunião, uma visita técnica ao hospital foi agendada junto com os secretários Júlio Modesto, Luis Soares, e José Adolfo, da Casa Civil, para que as tratativas necessárias sejam feitas e se possível o termo de seção de uso seja assinado, para que a entidade possa fazer a adaptação do espaço e coloca-lo em funcionamento o mais breve possível, devido ao déficit dessa especialidade aqui no estado, e também no Centro Oeste.
O governador Pedro Taques agradeceu a todo o grupo maçônico pela escolha de Cuiabá como mais uma sede do trabalho filantrópico. “Muito obrigado por confiarem, nós precisamos da ajuda de vocês”, concluiu o governador.
“A concordância do governador é um passo excepcionalmente importante em todo esse processo, e nos do grupo agradecemos profundamente”, ressaltou Antônio Kato.
Segundo o secretário de Gestão, Júlio Modesto, já existe um pedido formalizado na Procuradoria da Casa Civil. “Esse pedido vai ser encaminhado para a secretaria de Gestão e faremos uma análise documental, mas trata-se de um termo de seção perfeitamente viável, tendo a sinalização positiva do governo. O governador determinou inclusive que seja feito na maior velocidade possível, para que o hospital abra as suas portas em breve, pois a entidade fará o uso adequado do imóvel, que encontra-se subutilizado no momento”, concluiu.
Das 22 unidades hospitalares do grupo, 20 estão nos Estados Unidos, uma no México e uma no Canadá. A de Mato Grosso seria a primeira do Brasil e da América Latina. 

 
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