quarta-feira, agosto 02, 2017

Defesa Civil orienta população sobre cuidados no período de baixa umidade relativa do ar


Cuiabá está há mais de 65 dias sem chuva – não chove no município desde o dia 23 de maio - o que faz predominar a baixa umidade relativa do ar, que tem variado entre a casa dos 20 e 30 por cento. Devido a essa situação, e com base nas orientações da Defesa Civil Nacional e da Organização Nacional de Saúde (OMS), a Defesa Civil de Cuiabá faz recomendações à população para enfrentar a época mais quente e seca do ano, prezando por uma melhor qualidade de vida do cidadão.
O diretor de Proteção e Defesa Civil do município, Paulo Wolkmer, alerta que é fundamental ficar atento às quedas deste índice, considerando as indicações necessárias para a preservação da saúde.
“É importante pontuar que a OMS estabelece que o nível considerado o mínimo ideal para a umidade é de 60%. Até 30%, a organização identifica que o município se encontra em estado de tolerância. As preocupações mais significativas surgem a partir desta queda mais brusca, quando o índice reduz para a faixa de 30% a 20%. Nestas circunstâncias, é prudente evitar exercícios físicos ao ar livre entre os horários correspondentes das 10h às 16h. Umidificar ambientes é também uma recomendação crucial para amezinhar as consequências, através de vaporizadores de ar, toalhas molhadas e recipientes com água. Além disso, a ingestão maior de líquidos garante uma boa hidratação, que deve ser aliada a uma exposição menor ao sol”, afirmou.
Em se tratando de indicadores ainda mais baixos, com a umidade relativa do ar disposta entre 20% e 12% – considerado estado de alerta – ou até mesmo inferior à mínima (intitulado estado de emergência), os cuidados devem ser ainda mais específicos. Dentre as recomendações é também aconselhável evitar aglomerações e ambientes fechados, bem como a hidratação de olhos e narinas com soro fisiológico, conforme pontuou Wolkmer.

“Quando a umidade atingir o estado de alerta, a população deve seguir todas as diretrizes já determinadas, suprimindo os exercícios físicos e trabalhos pesados ao ar livre entre os horários das 11h e 15h. Com o índice alcançando 12% para menos, as circunstâncias são ainda mais delicadas e em casos dessa natureza as restrições incluem também a possível interrupção imediata de toda e qualquer atividade externa entre às 13h e 15h. Estas recomendações, quando seguidas, vão permitir que este período mais sensível vivido pela Capital possa ser enfrentado com maior tranquilidade por nossa população”, concluiu o diretor.  

 

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