quarta-feira, outubro 11, 2017

Desembargador diz que não há elementos que justifique e nega recurso de vereador que pede afastamento de Emanuel Pinheiro do cargo

O desembargador Márcio Vidal disse em seu despacho que ‘não há elementos nos autos que justifiquem o afastamento já que os fatos delatados por Silval ocorreram em outro momento e não dizem respeito ao mandato de prefeito que Emanuel conquistou nas urnas em 2016’.

O Recurso FOI interposto pelo vereador por Cuiabá, Felipe Wellaton (PV), junto ao Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) para afastar o prefeito Emanuel Pinheiro (PMDB) do cargo. Emanuel foi filmado recebendo pacotes de dinheiro de propina paga pelo então governador do estado Silval Barbosa (PMDB).

Felipe Wellaton já havia recebido uma negativa da justiça quanto ao afastamento do atual prefeito de Cuiabá. Uma decisão de 1ª instância, o juiz Luis Aparecido Bortolussi Júnior já tinha negado o pedido para afastar o peemedebista do cargo.

Em sua delação premiada, Silval Barbosa afirmou que o dinheiro recebido por Pinheiro quando este ainda era deputado estadual, era propina. Afirmou que era um mensalinho que os deputados recebiam em troca de apoio político e de não fiscalização de irregularidades na gestão do ex-governador.
Ao negar o pedido de afastamento do prefeito, o desembargador Márcio Vidal não deixou de manifestar que o caso é grave. “Em que pese a gravidade dos fatos narrados pelo autor, ao menos até o momento, não há nos autos elementos que justifiquem o afastamento do réu Emanuel Pinheiro do cargo de prefeito de Cuiabá”, ressalta.




 

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