segunda-feira, outubro 02, 2017

Sete vereadores de Cuiabá estão em pedindo celeridade em inquérito e querem Emanuel fora da prefeitura


Os vereadores Gilberto Figueiredo (PSB), Marcelo Bussiki (PSB), Dilemário Alencar (PROS), Abílio Júnior (PSC), Sargento Joelson (PSC), Eliseu Nascimento (PSDC) e Felipe Wellaton (PV) estão em Brasília nesta segunda-feira (02-10-17) manifestando em defesa da celeridade nas investigações relativas à delação premiada do ex-governador Silval Barbosa (PMDB), que envolve o prefeito Emanuel Pinheiro (PMDB), acusado textualmente e por meio de um vídeo, mostrado em rede nacional, de receber propina da gestão de governo passada, quando era deputado estadual.

No requerimento, eles pedem que caso o prefeito seja afastado do cargo, que isso ocorra “pautado sobre a legalidade, sem vícios, erros ou danos à administração pública municipal e a toda população cuiabana”.

 O ato foi motivado após uma reunião realizada entre os parlamentares e o procurador-geral de Justiça do Estado Mauro Curvo, no último dia 14 de setembro. Os vereadores protocolizaram ofícios para o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Luiz Fux, e para a procuradora-geral da República, Raquel Dodge.
Conforme o documento, os parlamentares viajaram até Brasília para “manifestar o desejo da população cuiabana em receber uma resposta célere quanto ao suposto envolvimento do prefeito de Cuiabá e outras autoridades, em casos onde são acusados de corrupção”.
Eles destacam que com a delação premiada firmada entre Silval Barbosa com a Procuradoria-Geral da República (PGR), em que consta um vídeo que mostra Emanuel Pinheiro recebendo maços de dinheiro das mãos do ex-chefe de gabinete Sílvio Cézar Corrêa Araújo, a população cuiabana ficou “perplexa e indignada”.
Os políticos informaram ao ministro que são signatários da proposta de abertura de Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) proposto para investigar suposta quebra de decoro do prefeito.
Os vereadores também solicitaram ao ministro que autorize o compartilhamento do inquérito seja feito com o Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) e com o Ministério Público Estadual (MPE) para que possam contribuir com as investigações. 
 

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