quinta-feira, outubro 26, 2017

UPAs e policlínicas vivem o “caos”, dizem enfermeiros


A situação de calamidade está instalada em 3 policlínicas e 2 UPAs de Cuiabá. A denúncia é de enfermeiros que trabalham nesses locais.
Diante dessa situação e insatisfação salarial, cerca de 400 enfermeiros, técnicos em enfermagem e maqueiros ameaçam entrar em greve.
A situação e tão decadente que os profissionais alegam falta de material de segurança para o trabalho, como falta de luvas, gazes, soro e seringa, entre outros materiais básicos, além de medicamentos também usados na rotina, como Novalgina.
O “caos” chegou ao limite. Os profissionais alegam que a situação se agravou com a suspensão dos trabalhos da empresa terceirizada que fazia o serviço de limpeza das unidades. Por não receber pelo serviço prestado, a empresa resolveu não mais executar as suas atividades nesses locais.
Os profissionais vão além em suas denuncias, eles disseram que está faltando vaga na UTI do Pronto-Socorro Municipal de Cuiabá (PSMC). Segundo eles, os responsáveis pela regulação de pacientes estariam "segurando" alguns pacientes em UPAS, apesar da necessidade se serem transferidos urgentemente para uma Unidade de Tratamento Intensivo.

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