quinta-feira, novembro 23, 2017

Conferência de Avaliação do Plano Estadual de Educação é realizada em Cuiabá


A II Conferência de Avaliação do Plano Estadual de Educação (Conapee) começou na noite desta quarta-feira (22-11-17) e segue até o próximo sábado (25-11-17), no Hotel Fazenda em Cuiabá. Realizado pela Secretaria de Estado de Educação, Esporte e Lazer (Seduc), por meio do Fórum Estadual de Educação, o evento reúne mais de 400 educadores e representantes todas as regiões do Estado para debater sobre os rumos da educação em Mato Grosso.
A Conferência está assegurada na Lei 1011/2014 que instituiu o Plano Estadual de Educação de Mato Grosso (PEE) e apresenta 17 metas básicas previstas para garantir a qualidade da educação no Estado de Mato Grosso, além de possibilitar revisão a cada três anos.
O principal objetivo da Conapee é avaliar, revisar e adequar o PEE ao Plano Nacional de Educação (PNE), com vistas à elaboração de metas e estratégias para os próximos dez anos, 2018/2028.
Para o secretário de Educação, Esporte e Lazer (Seduc) e presidente do Fórum Estadual de Educação, Marco Marrafon, o evento é uma ótima oportunidade para traçar estratégias e repensar os rumos da educação de Mato Grosso.
“Cada vez mais entendemos que o tempo da vida não é o tempo da burocracia estatal. Isso demonstra que a gente precisa, sim, ter as bases para repensar justamente as garantias dos direitos sociais, a partir de novas perspectivas e horizontes que possam trazer o compromisso com as entregas que nós demandamos para a educação pública”.
Marrafon destacou a necessidade de realizar o debate observando todos os pontos que versam sobre a educação estadual, de maneira equilibrada e pensando no melhor para o futuro do Estado.

“Nós temos que seguir os nossos debates dentro de uma ética de alteridade, a ética do compromisso com o outro, das vítimas não intencionais do sistema, o outro que se revela a cada dia, face a face com os nossos estudantes dentro da sala de aula, que clamam por igualdade de oportunidades. Uma ética e um compromisso com uma ideia de aprendizagem e com o conhecimento que possamos liberar, como profissionais da educação, e por fim um método mais dialético possível”, concluiu.

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