sexta-feira, novembro 10, 2017

Professores da UFMT paralisam atividades e fazem atos públicos nesta sexta-feira


Os professores da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) decidiram, em assembleia realizada na manhã de quarta-feira (08-11-17), aderir à mobilização nacional para a Greve Geral desta sexta-feira (10-11-17). Convocada pelas centrais sindicais, a data tem a intenção de marcar o início da validade da (contra) Reforma Trabalhista - dia 11, e demonstrar a insatisfação da população com as políticas de retirada de outros direitos.

Durante o debate de conjuntura, a categoria avaliou que não faltam motivos para a paralisação como os cortes de recursos que comprometem as atividades da universidade; 20 anos de congelamento dos recursos públicos; (contra) Reforma Trabalhista, que fragiliza a garantia de direitos conquistados a partir de anos de luta, como reajuste salarial anual, horário de almoço, férias, carga horária definida, contrato formal com carteira assinada, entre outros; (contra)Reforma da Previdência, mesmo com uma CPI indicando que não existe déficit e que os dados do Governo são manipulados, Michel Temer anunciou essa semana que vai enviar sua proposta, ferindo de morte os trabalhadores que contribuem a vida inteira para tentar assegurar uma aposentadoria digna; edição e publicação da Medida Provisória 805/17, que congela os salários previstos para os servidores públicos e aumenta a contribuição previdenciária (em outras palavras, redução de salário); Plano de Demissão Voluntária (PDV) para servidores públicos; entre outros.
Depois de decidida a paralisação, os docentes construíram a seguinte agenda de atividades para o dia 10/11:
- A partir das 7h: panfletagem na guarita 1 (Fernando Corrêa da Costa);
- 10h30: Aula pública no Restaurante Universitário sobre os motivos da Greve Geral;

– 15h: Participação do ato unificado na Praça Alencastro.


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