terça-feira, dezembro 05, 2017

Governo efetua repasses de R$ 164,5 milhões


O Governo do Estado efetuou R$ 164,5 milhões em repasses entre a sexta-feira (01-12-17) e esta terça-feira (05-12-17). O pagamento da dívida feito pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) melhorou o fluxo de caixa e, somado à receita dos primeiros dias do mês, permitiu uma distribuição maior nos desembolsos do período. As transferências foram realizadas aos Poderes, aos municípios e a unidades orçamentárias do Executivo.
Segundo a Secretaria de Estado de Fazenda (Sefaz), entre as transferências dos últimos dias estão R$ 50 milhões realizadas nesta terça-feira às 141 prefeituras, por meio do Fundo de Participação dos Municípios (FPM). Desse total, R$ 42 milhões ainda foram provenientes dos recursos vindos da Conab, completando, assim, a aplicação do valor total da dívida paga pela companhia federal.
Ainda nesta terça-feira foram repassados R$ 7,5 milhões do duodécimo para o pagamento da folha salarial da Defensoria Pública. Para o Tribunal de Contas do Estado (TCE) a previsão é a de que R$ 13,9 milhões sejam repassados na quarta-feira (06-12-17) ou, no máximo, até quinta-feira (07-12-17). Na sexta-feira última, o governo já havia repassado a soma de R$ 107 milhões ao Tribunal de Justiça, Assembleia Legislativa e Ministério Público Estadual.
O pagamento da dívida da Conab é resultado de uma negociação direta feita pelo governador Pedro Taques junto ao Governo Federal. O gestor se reuniu diversas vezes com ministros e o presidente da República, Michel Temer, na busca por recursos devidos a Mato Grosso.
As viagens continuaram e nesta terça-feira (05-12-17) Taques esteve novamente em Brasília para solicitar urgência na aprovação do projeto de lei que autoriza a União a pagar o Fundo Financeiro para Fomento das Exportações (FEX), cujo valor bruto gira em torno de R$ 490 milhões.
“Mato Grosso precisa desse recurso para conseguir fechar o ano com mais tranquilidade para honrar seus compromissos fixos, como a folha salarial dos servidores do Executivo”, afirma o secretário de Fazenda, Gustavo de Oliveira.

 

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