sábado, abril 28, 2018

Avião da Chape teve alerta de emergência


O trágico acidente aéreo que vitimou jogadores e dirigentes da Chapecoense, além de jornalistas, em novembro de 2016, foi causado por falta de combustível. A conclusão da investigação da autoridade aeronáutica da Colômbia apontou graves deficiências da companhia aérea LaMia. 

A tragédia "ocorreu pelo esgotamento de combustível do avião em consequência de uma inapropriada gestão de risco da empresa LaMia", afirmou nesta sexta-feira (27-04-18) o coronel Miguel Camacho, chefe do grupo de investigações de acidentes da entidade. 
O relatório ainda aponta que 40 minutos antes do acidente, a aeronave já estava em emergência por falta de combustível e a tripulação nada fez, mesmo tendo indicação na cabine, como luz vermelha e avisos sonoros.
O avião tinha cerca de 2,3 mil quilos de combustível a menos do que deveria. As normas internacionais exigem que uma aeronave viaje com combustível para chegar ao aeroporto de destino, mais uma reserva suficiente para ir a um aeroporto alternativo em caso de imprevistos, e ainda ter 30 minutos de reserva no tanque. 

As conclusões do relatório foram possíveis após as análises da caixa-preta da aeronave, com os dados de voz gravados durante o voo.

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