segunda-feira, maio 28, 2018

Vendas de imóveis crescem 20,5% em março, mas lançamentos caem 22,8%


As vendas de imóveis cresceram em março, mas os lançamentos diminuíram no mês, de acordo com pesquisa da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) feita em parceria com a Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc).
As vendas líquidas (já descontados os distratos) de imóveis novos no mês de março totalizaram 7.401 unidades, uma alta de 20,5% em relação ao mesmo mês do ano passado. As vendas líquidas no segmento de imóveis de médio e alto padrão atingiram 2.021 unidades, avanço de 27,4%. No segmento popular, enquadrado no Minha Casa Minha Vida (MCMV), foram 5.327 unidades, aumento de 9,3%.
Já os lançamentos consolidados no mês de março totalizaram 6.458 unidades, recuo de 22,8% na comparação anual. Os lançamentos de projetos de médio e alto padrão somaram 2.508 unidades, um salto de 191,6%. Já no segmento do Minha Casa Minha Vida, os lançamentos foram de 3.745 unidades, recuo de 50,1%.
No acumulado do primeiro trimestre, as vendas líquidas foram de 19.077 unidades, o que corresponde a uma alta de 35,1%, e os lançamentos somaram 13.298 unidades, volume 7,4% superior.
Os distratos totalizaram 2.766 casos em março, queda de 15,7% na comparação anual. Já no primeiro trimestre, chegaram a 7.025 unidades, baixa de 19,5%.
Segundo a Abrainc e a Fipe, é possível afirmar que os primeiros resultados de 2018 apontam para uma manutenção da trajetória positiva de recuperação do mercado observada ao longo de 2017. As vendas de imóveis no País devem crescer 15% em 2018, para o patamar de aproximadamente 120 mil unidades, de acordo com expectativa das entidades.
A pesquisa divulgada mostrou que, no mês de março, o mercado contava com 103.796 unidades novas disponíveis para venda, montante 14,1% menor do que o registrado um ano antes, indicando uma redução dos estoques. Considerando o ritmo atual de vendas, levaria 15 meses para liquidar esse estoque.
Os dados consolidados abrangem imóveis novos (na planta, em obras e recém-construídos) dos segmentos residencial, comercial e loteamentos, desenvolvidos por 20 empresas associadas à Abrainc, com atuação espalhada por diversos Estados e concentração na Região Sudeste.

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