sábado, junho 23, 2018

Servidor da AL dado como 'morto' está vivo e família fala em processar o MPE


A família do servidor da Assembleia Legislativa de Mato Grosso, Luís Cândido da Silva, 66, que está sendo investigado por suspeita de estar morto há 28 anos e continuar recebendo salário, diz estar revoltada com a denúncia do Ministério Publico Estadual (MPE) que, através do promotor de Justiça Célio Joubert Fúrio, instaurou inquérito civil público para investigar o caso. O filho de Luís, o empresário Ronei Cândido da Silva, 42, afirmou que houve um equívoco por parte do promotor, mas que irá tomar medidas judiciais contra o órgão fiscalizador.

De acordo com Ronei, o seu pai trabalha na Assembleia Legislativa há 42 anos, como motorista. No ano passado, sofreu um Acidente Vascular Cerebral (AVC), ficou com paralisia de parte do corpo e, somente aí, entrou em licença médica, mas já deu entrada na aposentadoria.
Por sua vez, o secretário de Gestão de Pessoas da Assembleia Legislativa de Mato Grosso, Elias Santos, que é irmão do deputado Wilson Santos (PSDB), disse que o MPE em momento algum fez uma consulta para verificar se o servidor tinha falecido ou não. “Esse servidor não faleceu, ele entrou na AL em abril de 1983, nasceu em 1952, e aproximadamente há dois anos foi afastado da Assembleia por problemas de saúde”, disse Elias Santos.


De acordo com o secretário, Luiz Cândido passou por perícia realizada pelo Estado, que acabou aprovando a sua aposentadoria por invalidez, porém, devido a demora, ele também adquiriu tempo suficiente para se aposentar por tempo de trabalho.

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