quarta-feira, julho 11, 2018

Lançamento de pré-candidatura é adiado devido a agregação de mais apoio e contusão de Mauro Mendes


O ex-prefeito de Cuiabá Mauro Mendes (DEM) adiou o lançamento de sua pré-candidatura ao governo do Estado, para que pudesse agregar mais apoios. Mendes alegou que está articulando adesão de importantes partidos ao seu projeto visando a eleição ao governo de Mato Grosso.
Ao participar do programa Resumo do Dia, na noite de terça-feira (‘0-07-180, Mendes disse que o importante é dar passos firmes, seguros e que está dialogando muito. “O que vale é o dia das convenções. Para termos uma base boa para os 45 dias de campanha", disse.
Mauro Mendes também afirmou que o foco do DEM é garantir um bom tempo de rádio e televisão, além de ter em seu palanque partidos estruturados que ofereçam condições de sua campanha chegar aos 141 municípios.
O ex-prefeito quer evitar o que aconteceu em 2010, quando disputou o governo do Estado com uma aliança de poucos partidos e acabou derrotado ainda no 1º turno das eleições. "Em 2010 nós tínhamos um grupo pequeno de partidos e chegamos só em 64 municípios. Então neste momento estamos trabalhando para ter tempo de televisão e capilaridade política pra chegar nos 141 municípios como candidato a governador de Mato grosso", disse.
Em relação aos nomes para compor a chapa majoritária, Mendes elogiou uma possível dobradinha com o ex-prefeito de Lucas do Rio Verde, Otaviano Pivetta (PDT). “Na verdade temos bons nomes, pela contribuição que já deram, pela capacidade que tem, e um desses nomes, é sim do Otaviano Pivetta que já foi três vezes prefeito de Lucas do Rio Verde, foi deputado estadual, tem uma grande contribuição, e experiência vivida no campo real da administração pública", disse.

Já em relação a outra vaga ao senado, Mendes disse que a vaga deverá ficar com o PSD. “Existe uma condição do PSD que pode facilitar essa escolha”, disse. Porém, Mendes já convidou oficialmente o ex-vice governador Carlos Fávaro (PSD) para ocupar a última vaga ao senado em sua chapa, já que a outra é do ex-governador Jayme Campos (DEM). 
Veja a entrevista:

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