domingo, julho 29, 2018

Promotor de Justiça embriagado atropela motociclista, foge e tem a CNH apreendida


Gazeta Digital
O promotor de Justiça, Reinaldo Rodrigues de Oliveira Filho, 47, que ganha do povo para promover a justiça, agiu de forma agressiva, fugiu de sua responsabilidade, ainda dirigia embriagado e teve a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) apreendida após bater em uma motocicleta. Ele tentou fugir após o atropelamento ocorrido na Avenida Fernando Corrêa, próximo ao viaduto da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), na noite deste sábado (28-07-18), em Cuiabá.
Está registrado no boletim de ocorrência feito pela Polícia Militar que ele estava em visível estado de embriaguez, mas se recusou a fazer o teste do bafômetro.
De acordo com o registro policial, Reinaldo Rodrigues de Oliveira Filho conduzia um carro modelo Tucson, que atingiu a motocicleta CG Titan Fan, conduzida por C.F., 23. O motociclista foi reclamar com o Reinaldo e o motorista acelerou o carro e atingiu a moto derrubando o piloto e garupa. Em seguida o promotor fugiu do local em direção ao campus da UFMT.
O garupa da moto D.F., 30, ficou com a perna presa embaixo do veículo, mas conseguiu retirar antes de o motorista arrancar com o carro novamente.
O piloto sofreu escoriações e o garupa sofreu ferimentos nas pernas e tornozelo. Eles foram atendidos no Hospital São Matheus e as despesas pagas pela esposa do promotor. Equipe da Equipe da Polícia Militar (PM) foi ao local e conseguiu abordar o promotor nas imediações da UFMT. Ele se identificou aos militares como membro do Ministério Público Estadual e apresentou a carteira funcional da entidade. Rodrigues está lotado na 19ª Promotoria Criminal da Capital.
Segundo o boletim de ocorrência, o membro do Ministério Público estava em visível estado de embriaguez e os policiais solicitaram que ele realizasse o teste do bafômetro, mas ele se recusou. Diante da recusa a CNH dele foi apreendida.

O carro foi entregue à esposa do promotor, a advogada Cristina Faleiros, que realizou o teste do bafômetro e não acusou teor alcoólico no sangue. O caso será investigado pela Polícia Civil.

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