quarta-feira, outubro 17, 2018

Radar móvel começará a registrar multas a partir de novembro em VG


A Guarda Municipal de Várzea Grande inicia a partir de 1° de novembro a instalação e utilização de radares móveis de velocidade nas Avenidas da Feb, 31 de Março e Filinto Müller. A medida visa contribuir com a redução da violência no trânsito da cidade. Os equipamentos de fiscalização eletrônica estarão aptos a registrar infrações de até 2 km de distância do ponto móvel de carros e motocicletas. Inicialmente um equipamento atenderá as três avenidas 24h/dia, e custará aos cofres públicos R$ 7,3 mil no estilo portátil/móvel.  
Foram realizados estudos que levaram em consideração as solicitações da população, o volume de veículos e de pedestres e a proximidade de polos de interesse público para a escolha do local da instalação do aparelho de fiscalização. Além de conter a violência no trânsito de Várzea Grande, a Guarda Municipal acredita que haverá maior segurança a condutores e pedestres da cidade.
Conforme o secretário da Defesa Social e Comandante da Guarda Municipal, Evandro Homero Dias, em todos os pontos onde serão instalados os radares, haverá placas e faixas orientativas, entre outros detalhes de sinalização conscientizando o motorista e condutores de motos sobre a presença do monitoramento móvel.
O secretário esclareceu ainda a queixa de muitos motoristas de que os radares estáticos ficam escondidos o que não é verdade, as placas com limite de velocidade é para respeitar. “Os radares são necessários pelo desrespeito a Lei de Trânsito. Os equipamentos registram a velocidade do veículo de frente, ou seja, o veículo que está vindo em direção ao radar, não depois que ele passa. Muitas vezes, os aparelhos são colocados próximos a postes ou árvores para proteção do equipamento e para evitar, por exemplo, que eles sejam derrubados por algum condutor ao passar. Mas eles não ficarão escondidos, e sim, estarão visíveis aos motoristas”, afirmou.
O secretário lembrou que a maior parte dos acidentes graves acontece devido ao excesso de velocidade. “Para quem olha as estatísticas, podem ver apenas números, mas para quem teve um parente ou amigo que foi vítima, um caso representa muito. É algo que não se esquece nunca, perder um ente querido por imprudência no trânsito”, afirmou.

Cláudia Joséh - Secom/VG

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