Não é novidade que o
Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM)
deve passar por mudanças nos próximos anos a partir da homologação da Base
Nacional Comum Curricular (BNCC) relativa ao ensino médio. O Ministério da
Educação homologou as diretrizes nacionais curriculares e sinalizou que o novo
exame deve ser implantado a partir de 2021.
“A estrutura
do ENEM vai observar o que o Novo Ensino Médio determina”, sinalizou o ministro
da Educação,
Rossieli Soares. Com a reformulação do exame, a aplicação da prova comum a
todos os participantes deve acontecer apenas no primeiro dia, quando serão
observadas as determinações da BNCC em termos de competências e habilidades. A
mudança mais significativa envolve o segundo dia, quando o participante poderá
escolher qual a área do conhecimento que deseja ser avaliado.
A mudança nas
provas do último dia deve acompanhar as alterações apresentadas na BNCC. A
proposta do Novo Ensino Médio é que apenas matemática e linguagens sejam
ofertadas obrigatoriamente em todas as etapas. As outras áreas devem ser
distribuídas ao longo das três séries, a critério das redes de ensino.
Conteúdos abordados
De acordo com
o ministro, os itinerários técnicos ainda estão em processo de definição, mas
devem estar organizados a partir dos requisitos: investigação científica,
processos criativos, mediação e intervenção sociocultural e empreendedorismo.
“A construção do novo Enem caberá ao novo governo. Não estamos encerrando nada,
estamos dando mais um passo rumo à construção, mas com parâmetros já
definidos”, sinalizou.
O Sistema de
Seleção Unificada (SiSU)
foi pontuado uma vez que algumas universidades já atribuem pesos específicos para
notas das provas a depender das áreas do conhecimento e da graduação escolhida
pelo candidato.
Com Agência Brasil
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