terça-feira, dezembro 18, 2018

Cuidado que a polícia está chegando!!! Terça-feira começa com operações das policias Federal e Civil


A operação da  Polícia Federal (PF) deflagrada nas primeiras horas da manhã desta  terça-feira (18-12-18) recebeu o nome de Periculum. Já a conduzida pela Polícia Judiciária Civil de Mato Grosso (PJC-MT) é a 2ª fase da Operação Sangria.

A Periculum visa combater empresas clandestinas de segurança privada, e a Sangria objetiva cessar fraudes em contratos da Saúde municipal e estadual.

A Polícia Federal, na Operação Periculum, executa 14 mandados judiciais,  cumpridos nas cidades de Araputanga, Pontes e Lacerda e Várzea Grande, sendo 3 de prisão temporária, 7 de busca e apreensão e 4 de suspensão das atividades de natureza econômica das empresas.

Os mandados da Periculum foram expedidos pelo Juiz Federal da Subseção Judiciária de Vilhena, no estado de Rondõnia (RO).

A  Polícia Federal identificou um grupo criminoso que utilizava o nome de uma empresa legal de segurança privada de São Paulo, como se fossem representantes dela, o que não é verdadeiro.

Os criminosos fraudavam documentos e apresentavam aos órgãos fiscalizadores, que, neste caso, seria a própria Polícia Federal e realizava a segurança privada ilegal em diversos eventos na cidade de Vilhena.

Os presos, após prestarem depoimento serão autuados por associação criminosa, falsificação de documento particular e uso de documento falso.

Momento em que o ex-secretário de Saúde de Cuiabá Huark
Correia era conduzido a delegacia
Os mandados da  2ª fase da Operação Sangria foram expedidos pelo juiz Marcus Faleiros, da 7ª Vara Criminal de Cuiabá, especializada em crime organizado, onde cumpri mando de prisão de 8 pessoas, entre elas o ex- secretário municipal de Saúde de Cuiabá, Huark Douglas Correia, apontado como o chefe e articulador do esquema de fraudes em contratos da Saúde municipal e estadual.

São alvos de prisão: Huark Douglas Correia, Fábio Liberali Weissheimer, Adriano Luiz Sousa, Kedna Iracema Fonteneli Servo, Luciano Correa Ribeiro, Flávio Alexandre Taques da Silva, Fábio Alex Taques Figueiredo e Celita Natalina Liberali.


Todas as prisões determinadas pelo juiz Marcus Faleiros são de caráter preventivo.

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