sexta-feira, janeiro 25, 2019

Bolsonaro quer se deslocar para região de Brumadinho amanhã, onde barragem da Vale rompeu e pode ter corrido muitas mortes


A Vale informou nesta sexta-feira, 25, que na hora do rompimento da barragem de Brumadinho, da Mina do Córrego do Feijão, em Minas Gerais, empregados da empresa estavam na área administrativa que foi atingida pelos rejeitos. A mineradora, porém, ainda não informou quantas pessoas estavam no local e o estado de saúde delas. Em nota, a Vale confirmou também que parte da comunidade de Vila Ferteco foi atingida pelos resíduos.

O presidente Jair Bolsonaro tem intenção de se descolar neste sábado (26-01-19) às 8 horas, para a região de Brumadinho (MG), onde a barragem se rompeu na tarde desta sexta-feira (25-01-19). A informação foi dada pelo porta-voz da Presidência, Otávio Rêgo Barros, no Palácio do Planalto.
"O governo acompanha de perto a evolução da situação em condições de colaborar com o Estado de Minas Gerais", disse o porta-voz.)
Mesmo sem informação oficial sobre vítimas, Bolsonaro lamentou eventuais mortes ocasionadas pelo rompimento da barragem em Brumadinho. "O presidente da República lamenta eventuais perdas de vidas ocasionadas pelo rompimento da barragem na região de Brumadinho, em Minas Gerais", declarou o porta-voz da Presidência, lendo uma nota de Bolsonaro.
Antes de ler a nota, o porta-voz disse que leria a nota do presidente para uma "informação inicial" sobre o ocorrido, classificando o rompimento como "lastimável acidente".
O Planalto confirmou o estabelecimento de gabinetes de crise para acompanhar a situação do rompimento da barragem. O porta-voz da Presidência leu uma nota do presidente Jair Bolsonaro, que determinou o imediato estabelecimento de gabinetes no Palácio do Planalto e no Ministério do Meio Ambiente.


Os ministérios de Minas e Energia, Meio Ambiente, Desenvolvimento Regional e Defesa foram acionados para integrar esforços federais e estaduais, diz a nota.

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