terça-feira, junho 04, 2019

Direitos das árvores já são reconhecidos


O Parlamento francês aprovou a Declaração dos Direitos das Árvores, cujos princípios podem ajudar os soteropolitanos, pois o objetivo é tornar a legislação uma referência universal para a humanidade, como os princípios de igualdade, liberdade e fraternidade.
O documento histórico partiu da associação de ativistas ambientalistas Arbres: o reconhecimento da árvore como um ser vivo é a premissa que garante o respeito aos seus direitos.
De acordo com a declaração, a preservação das árvores representa também oxigênio, água, regulação da atmosfera, compensação de emissão de gás carbônico, fertilidade do solo, animais, plantas e insetos.
Exemplo - O exemplo francês pode servir não só para as ações do poder público, mas também para a cidadania, pois não são raros os exemplos de erradicação de árvores em condomínios e áreas privadas, sob alegações que beiram a idiotia.
O objetivo dos ativistas é mundializar a declaração, utilizando o alcance da internet como forma de sensibilizar os governos de todo o planeta para trabalhar por uma legislação que proteja incondicionalmente os direitos das árvores.
A pretensão segue um princípio do escocês David Hume, que entendia a necessidade de legislar pela escassez. Como as árvores vêm sendo indiscriminadamente serradas, a falta delas pode levar a problemas graves para a temperatura do planeta e outros efeitos.

A Tarde

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