sexta-feira, dezembro 13, 2019

Conheça a história da santa protetora dos olhos.

                                                                  sertaosamanaunoticia

Santa Luzia (ou Santa Lúcia), cujo nome deriva do latim, é muito amada e invocada como a protetora dos olhos, janela da alma, canal de luz. 

Conta-se que pertencia a uma família italiana e rica, que lhe deu ótima formação cristã, ao ponto de Luzia ter feito um voto de viver a virgindade perpétua. Com a morte do pai, Luzia soube que sua mãe queria vê-la casada com um jovem de distinta família, porém pagão. Ao pedir um tempo para o discernimento foi para uma romaria ao túmulo da mártir Santa Ágeda, de onde voltou com a certeza da vontade de Deus quanto à virgindade e quanto aos sofrimento por que passaria, como Santa Ágeda. 

Vendeu tudo, deu aos pobres e logo foi acusada pelo jovem que a queria como esposa. Santa Luzia, não querendo oferecer sacrifício ao deuses e nem quebrar o seu santo voto, teve que enfrentar as autoridades perseguidoras e até a decapitação em 303, para assim testemunhar com a vida, ou morte o que disse: "Adoro a um só Deus verdadeiro, e a ele prometi amor e fidelidade".

Somente em 1894 o martírio da jovem Luzia, também chamada Lúcia, foi devidamente confirmado, quando se descobriu uma inscrição escrita em grego antigo sobre o seu sepulcro, em Siracusa, Ilha da Sicília. A inscrição trazia o nome da mártir e confirmava a tradição oral cristã sobre sua morte no início do século IV. 

Mas a devoção à santa, cujo próprio nome está ligado à visão ("Luzia" deriva de "luz"), já era exaltada desde o século V. Além disso, o papa Gregório Magno, passado mais um século, a incluiu com todo respeito para ser citada no cânone da missa. Os milagres atribuídos à sua intercessão a transformaram numa das santas auxiliadoras da população, que a invocam, principalmente, nas orações para obter cura nas doenças dos olhos ou da cegueira. 

Diz a antiga tradição oral que essa proteção, pedida a santa Luzia, se deve ao fato de que ela teria arrancado os próprios olhos, entregando-os ao carrasco, preferindo isso a renegar a fé em Cristo. A arte perpetuou seu ato extremo de fidelidade cristã através da pintura e da literatura. Foi enaltecida pelo magnífico escritor Dante Alighieri, na obra "A Divina Comédia", que atribuiu a santa Luzia a função da graça iluminadora. Assim, essa tradição se espalhou através dos séculos, ganhando o mundo inteiro, permanecendo até hoje. 

Luzia pertencia a uma rica família de Siracusa. Sua mãe, Eutíquia, ao ficar viúva, prometeu dar a filha como esposa a um jovem da Corte local. Mas a moça havia feito voto de virgindade eterna e pediu que o matrimônio fosse adiado. Isso aconteceu porque uma terrível doença acometeu sua mãe. Luzia, então, conseguiu convencer Eutíquia a segui-la em peregrinação até o túmulo de santa Águeda ou Ágata. A mulher voltou curada da viagem e permitiu que a filha mantivesse sua castidade. Além disso, também consentiu que dividisse seu dote milionário com os pobres, como era seu desejo. 

Entretanto quem não se conformou foi o ex-noivo. Cancelado o casamento, foi denunciar Luzia como cristã ao governador romano. Era o período da perseguição religiosa imposta pelo cruel imperador Diocleciano; assim, a jovem foi levada a julgamento. Como dava extrema importância à virgindade, o governante mandou que a carregassem à força a um prostíbulo, para servir à prostituição. Conta a tradição que, embora Luzia não movesse um dedo, nem dez homens juntos conseguiram levantá-la do chão. Foi, então, condenada a morrer ali mesmo. Os carrascos jogaram sobre seu corpo resina e azeite ferventes, mas ela continuava viva. Somente um golpe de espada em sua garganta conseguiu tirar-lhe a vida. Era o ano 304. 

Para proteger as relíquias de santa Luzia dos invasores árabes muçulmanos, em 1039, um general bizantino as enviou para Constantinopla, atual território da Turquia. Elas voltaram ao Ocidente por obra de um rico veneziano, seu devoto, que pagou aos soldados da cruzada de 1204 para trazerem sua urna funerária. Santa Luzia é celebrada no dia 13 de dezembro e seu corpo está guardado na Catedral de Veneza, embora algumas pequenas relíquias tenham seguido para a igreja de Siracusa, que a venera no mês de maio também.




Prevenção, este é o primeiro remédio para evitar a cegueira



A deficiência visual pode ser definida como a perda total ou apenas parcial da visão. Esse problema, que pode ser congênito ou adquirido, representa, para muitos, uma grande limitação. 
Com a finalidade principal de diminuir barreiras físicas, de preconceito e de discriminação, foi criado o Dia do Cego, que é celebrado em 13 de dezembro. Essa data foi instituída em julho de 1961 pelo presidente Jânio Quadros, através do decreto Nº 51.045, e marcou um importante passo para a diminuição dos preconceitos que rondam os portadores de deficiência visual.
Em Mato Grosso, de acordo com dados oficiais, existem 5 mil cegos. Isto se refere aos que nasceram assim ou perderam totalmente a visão ao longo da vida, seja na infância, na vida adulta ou velhice.
Incluindo aqueles que mantiveram parcialmente a visão, este número sobre para 91 mil pessoas.
No Dia Nacional do Cego, o alerta é para doenças oftálmicas, como glaucoma e outras, como catarata, que atingem as demais regiões dos olhos. Além de acidentes que possam atingir o globo ocular.
O glaucoma é muito agressivo e muitas vezes leva à cegueira, mas, de uma década para cá, a medicina avançou muito nesta área e há colírios e outros mecanismos para estancar a progressão da doença.
Estima-se que o glaucoma atinja mais de 1,2 milhão de brasileiros atualmente, sendo que 80% dos casos não apresentam sintomas e é a condição que mais causa cegueira não reversível em todo o mundo.
Grande parte dos casos de glaucoma é tratada com colírios para controlar a pressão intraocular que embora não seja muito importante para o diagnóstico da doença é crucial para o tratamento. Neste ponto é importante ressaltar que o diagnóstico do glaucoma é feito pelo exame do nervo óptico (fundo de olho).
O glaucoma é a maior causa irreversível de cegueira no mundo. Os portadores da doença evoluem sem sintomas até próximo da perda de visão.
Por este motivo, a adesão ao tratamento é fundamental, ou seja, os pacientes devem seguir corretamente a prescrição médica. Segundo algumas pesquisas, cerca de 30% dos pacientes não seguem o tratamento proposto, 50% têm dificuldade física de pingar o colírio. Alguns estudos sugerem que o não seguimento do tratamento é responsável por 10% das perdas de campo visual. 


Segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde), são registrados 1,2 milhões de novos casos anualmente, somando 60 milhões de pessoas em todo o mundo e uma estimativa de 1 milhão de brasileiros acima de 40 anos sofrendo da doença.

Fatores de risco:
a) indivíduos acima dos 40 anos
b) histórico familiar – pessoas que têm irmão com glaucoma têm até 6x mais chances
c) pessoas de etnia negra ou afrodescendentes (a incidência da doença é quatro vezes maior nesse grupo)

d) míopes que utilizam lentes acima de seis graus; e) pessoas que fazem uso crônico de corticoide. 
Com dados da OMS

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quarta-feira, novembro 27, 2019

Gosta de queijos? Aqui estão 15 curiosidades sobre eles.


1 – Segundo os registros arqueológicos, os humanos vêm produzindo — e saboreando — queijo há pelo menos 4 mil anos.

2 – Mas parece que a coisa toda aconteceu por acidente. Conforme acreditam alguns pesquisadores, tudo ocorreu quando um dos nossos ancestrais armazenou um pouco de leite em um recipiente forrado com o estômago de um animal — e as enzimas presentes nesse tecido agiram no líquido, transformando-o em queijo.

3 – Ninguém sabe dizer qual cultura, exatamente, começou a produzir a delícia, mas existem evidências históricas que indicam que foram os viajantes vindos da Ásia que introduziram o conhecimento de como fazer queijo na Europa, isso antes da época de o Império Romano dominar o continente.

4 – Sabia que, hoje, existem mais de 2 mil variedades de queijo pelo mundo? Aliás, só na França, são entre 350 e 450 tipos diferentes! Não é a toa que os franceses estão entre os maiores “devoradores” de queijo do mundo, com um consumo de mais de 25 quilos anuais por habitante.

5 – No entanto, apesar de tamanha variedade, o queijo mais popular e consumido mundo afora é a muçarela — ou “mozzarella” na grafia original.

6 – E sabia que, para produzir apenas 1 quilo de queijo, são necessários mais ou menos 10 litros de leite?

7 – Falando em quantidades, a Pizza Hut usa mais de 130 milhões de quilos de queijo por ano em suas pizzas — o que requer a “colaboração” de um rebanho de 170 mil vaquinhas.
8 – Com relação ao ingrediente principal para a produção de queijo, além dos tradicionais leite de vaca e de búfala, também é possível usar o de cabra, ovelha e “camela” para fabricar o produto.

9 – Você é viciado em queijo? Uma pesquisa revelou que o consumo desse alimento e de drogas pesadas faz com que a mesma região do cérebro entre em atividade.

10 – E você sabia que o queijo é o alimento mais roubado do mundo — e que existe uma fobia relacionada com ele, a turofobia?

11 – Por mais estranho que pareça, é possível produzir queijo vegano a partir do DNA humano!

12 – Apesar de muitos de nós terem crescido vendo ratinhos roubar e se deliciar com pedaços de queijo nos desenhos animados, a verdade é que os ratos não são muito amantes de queijo, não. Se puderem escolher, esses animais preferem atacar doces e alimentos ricos em carboidratos.

13 – Não é todo mundo que vai achar esta curiosidade especialmente “deliciosa”, mas, sabia que existe um queijo — o Casu Marzu, originário da Sardenha e feito com leite de ovelha — que contém larvas vivas de mosca em seu interior?

14 – Algumas variedades de queijo — como o suíço, a muçarela e o cheddar — podem ajudar a prevenir o surgimento de cáries. Isso porque o consumo promove um aumento na salivação que, por sua vez, ajuda na eliminação de açúcares e ácidos da boca.


15 – Outra vantagem “dental” associada com o consumo moderado de queijo é que esse alimento tem ação antibacteriana e ajuda a proteger o esmalte dos dentes. Além disso, o queijo é uma excelente fonte de proteína, cálcio e fósforo.

Fonte: Mega Curiosidade


quinta-feira, agosto 15, 2019

Manual orienta mulher da importância do ácido fólico



Você sabia que a gestante tem um dia só pra ela?
E é hoje!O dia é só delas. 15 de agosto é dia das barrigudinhas!
Essa data é comemorada desde 2001, quando o governador de São Paulo, na época, instituiu o dia 15 de agosto como o Dia da Gestante, de acordo com a Lei 10822/01. De lá pra cá, cidades e estados foram aderindo, aos poucos, a essa proposta de dedicar um dia inteiro para discutir a saúde das futuras mamães. 

Entre os muitos temas, dentro do ciclo de interesses da gestantes, está um que é pouco esclarecido: a ingestão do ácido fólico.

Com o objetivo de reduzir em até 85% a incidência de malformação do tubo neural (estrutura embrionária que dá origem ao cérebro e à medula espinhal), a Federação Brasileira de Associação de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo) colocou a disposição da população, há muito tempo - apesar da pouca procura, uma cartilha com recomendações para a prevenção do problema.

A ideia é incentivar que mulheres em idade fértil, com vida sexual ativa e que não utilizam nenhum método contraceptivo passem a tomar 400 microgramas de ácido fólico diariamente por pelo menos 30 dias antes da concepção e até o final do terceiro mês de gestação.
De acordo com a Comissão Especializada em Medicina Fetal da Febrasgo, de 50% a 60% das mulheres no Brasil engravidam sem planejar e apenas cerca de 10% a 15% utilizam o ácido fólico antes de descobrirem que estão grávidas. 

O dado é preocupante, já que a formação e o fechamento do tubo neural acontecem entre o 17.º e o 30.º dia após a concepção, geralmente antes do diagnóstico clínico ou laboratorial da gestação. “Para todas as gestantes preconizamos uma dose diária de 400 microgramas de ácido fólico e apenas para gestantes de alto risco a dose deve ser 10 vezes maior”, explica o site da Febrasgo.

A quantidade indicada pela Organização Mundial da Saúde e defendida pelos médicos é de 0,4 miligrama por dia de ácido fólico para a prevenção de ocorrência dos defeitos do tubo neural. 

O ácido fólico previne outras alterações também como doenças do coração, do trato urinário e fissura lábio-palatina. Para a mamãe, a vitamina traz benefícios como prevenir doenças cardíacas, certos tipos de câncer e anemia.



Alimentos Fortificados

Ácido fólico é encontrado em alimentos fortificados. Quando você vê grãos “enriquecidos”, isso indica que acido fólico foi adicionado. Alimentos enriquecidos incluem aveia instantânea, arroz, pão, macarrão, aveia grossa, pretzels e itens com farinha de trigo enriquecida, tais como tortilhas de trigo, biscoitos doces e de água e sal. Cereais são uma excelente opção para trazer ácido fólico para a sua dieta. Cereais para o café da manhã possuem de 100 a 400 microgramas de ácido fólico por porcão. Verifique sempre o rótulo nutricional para saber se o alimento possui ácido fólico. A maioria dos alimentos importados não o tem.

Alimentos Naturais que Possuem Folato

A forma natural de folato não é absorvida pelo corpo com a mesma facilidade que a forma sintética, o ácido fólico. Alimentos ricos em folato possuem uma composição única que fornece ao corpo melhores fontes de vitaminas, minerais e muita fibra. Esses alimentos são também de baixo teor de gordura e sódio, e não têm colesterol. Alimentos ricos em folato incluem espinafre, couve, folhas de mostarda, brócoli, folhas de nabo, amendoim, feijão fradinho, feijão preto, feijão branco, feijão vermelho e feijão carioca. Outros alimentos que fazem bem ao corpo que possuem folato são abacates, aspargos, suco de laranja, laranjas e morangos.
Solimar Siqueira

Fontes: Guia do bebê e Febrasgo

terça-feira, agosto 06, 2019

Aumenta nível de alerta para sarampo no País


O Ministério da Saúde deu o primeiro passo para a decretação de emergência em saúde pública por sarampo. Diante do avanço de registros em São Paulo e da notificação de casos em outros sete Estados do País, o Ministério da Saúde colocou em operação o Comitê Operativo de Emergência em Saúde (COE). O grupo, com representantes de vigilância, vacinação, atendimento hospitalar, atenção básica e assistência farmacêutica, é encarregado de fazer um acompanhamento diário da evolução da epidemia. Antes dessa medida, o monitoramento da pasta era semanal.
Até a semana passada, haviam sido confirmados no País 646 casos de sarampo, em oito Estados. A maior preocupação está em São Paulo, que concentra registros. Mas há também a constatação de que infecções se espalham por regiões turísticas, como Parati, no Rio, que já confirmou dez casos, e a cidade baiana de Porto Seguro, que notificou um caso suspeito.
O COE aumenta o alerta e se reduz a distância para que o País decrete estado de emergência. A instalação do grupo ocorre quatro meses depois de o Brasil perder o certificado de país livre do sarampo, dado em 2016.
Dois fatores exerceram grande influência: o fato de o sarampo ser altamente contagioso e os níveis de cobertura vacinal se reduzirem. Os números da epidemia mostram que a maior parte dos casos confirmados está na população entre 1 e 5 anos e também entre jovens, que, se vacinados, estariam protegidos contra a doença.
Ao jornal O Estado de S. Paulo, o secretário de Vigilância do Ministério da Saúde, Wanderson Kleber de Oliveira, descartou a possibilidade da decretação imediata de emergência em saúde pública. "A avaliação de risco é feita diariamente, mas desde janeiro temos intensificado as ações contra o sarampo", disse. Rejane Calixto, coordenadora em Saúde de São Paulo, também afirmou não haver uma decisão tomada. Ela veio a Brasília para uma reunião com o Ministério da Saúde.

Kleber de Oliveira afirmou que um dos pontos desfavoráveis para a decretação de emergência seria a corrida aos postos. "Isso poderia drenar a capacidade de trabalho e de recursos, com o desperdício de imunizantes." A decretação de emergência em saúde pública obedece a uma série de quesitos, como o risco de disseminação nacional, a gravidade elevada da doença, a reintrodução de doença erradicada e agentes infecciosos inesperados.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Falta de sono: impactos no seu cérebro

A falta de sono afeta o cérebro de múltiplas formas, e pode comprometer o discernimento, reduzir o tempo de reação e aumentar as chances de “sonhar acordado” durante tarefas monótonas.
“Quando você dorme pouco, seu cérebro volta a ser o de um adolescente. É pura energia e nenhum freio”, compara Michael Howell, neurologista da Universidade de Minnesota, Twin Cities. “De repente, a parte do cérebro que diz ‘é melhor refletir sobre isso’ não funciona direito”.
O objetivo do sono há muito tempo intriga os cientistas, explica Maiken Nedergaard, neurocientista do Centro Médico da Universidade de Rochester, em Nova York. Em termos evolutivos, permanecer inconsciente por horas a fio torna as pessoas e outros animais vulneráveis aos predadores. Ainda assim, não dormir o suficiente pode levar à demência e à morte. A privação crônica do sono pode causar obesidade, diabetes, doenças cardiovasculares e outros distúrbios.
Estudos demonstram que pessoas exaustas se saem pior em testes de memória e têm mais problemas de aprendizagem. Jogadores de basquete cansados, por exemplo, acertam menos arremessos. Até mesmo golfistas que dormem mal precisam de mais tacadas para concluir uma rodada.
“A falta de sono compromete quase tudo”, alerta Howell. No caso dos acidentes, a falta de sono afeta o funcionamento dos lobos frontais do cérebro, responsáveis pela avaliação executiva ou a capacidade de prestar atenção e tomar boas decisões.
Segundo Howell, exames comprovam que o fluxo sanguíneo diminui nas regiões frontais do cérebro e as ondas cerebrais se tornam mais lentas em pessoas exaustas.
Como resultado, a capacidade de reação é comprometida e as chances de cometer erros aumentam. Quando os lobos frontais não funcionam adequadamente, as pessoas também têm mais dificuldade de prestar atenção durante tarefas entediantes, como dirigir um carro em uma rodovia.
Por Emily Sohn


segunda-feira, agosto 05, 2019

Estudo diz que mulheres não são totalmente heterossexuais






Pesquisadores do Departamento de Psicologia da Universidade de Essex, na Inglaterra, divulgaram um estudo em que afirmam que as mulheres podem ser "bissexuais ou homossexuais, mas nunca heterossexuais" quando se trata da atração física.

Segundo o jornal Telegraph, o estudo liderado por Gerulf Rieger analisou as reações de 345 mulheres ao assistirem vídeos em que homens e mulheres apareciam nus. A análise levou em conta a dilatação das pupilas para identificar os estímulos sexuais. 

A experiência demonstrou que as participantes heterossexuais se sentiu atraídas por homens e mulheres, enquanto as declaradamente bissexuais ou homossexuais mostraram mais interesse por pessoas do mesmo sexo.

"Ainda que a maioria das mulheres declare ser heterossexual, o nosso estudo demonstra claramente que, no que diz respeito ao desejo sexual, ou são bissexuais ou homossexuais, mas nunca heterossexuais", afirmou Rieger.

O estudo ainda provou que não dá para concluir qual a preferência sexual de uma pessoa com base na forma como ela se veste. "Isso nos mostra que a forma como as mulheres aparecem em público não significa nada sobre suas preferências sexuais", explicou o pesquisador.

Fonte: Telegraph

domingo, agosto 04, 2019

Especialista afirma que vontade compulsiva de comer 'porcarias' é falta de sexo




A professora de sexologia e especialista em ajudar pessoas a perder peso com "prazer",Jena La Flamme, afirma que uma vida sexual ativa ameniza a vontade de comer alimentos que não são saudáveis.

Jena, que é autora de um livro sobre o assunto e escreve para o site Pleasurable Weight Loss (Perdendo Peso com Prazer, em tradução livre do inglês), acredita que a atividade sexual e a perda de peso estão completamente conectadas, e não apenas porque o 'sexo queima calorias'.

“Se você está privado sexualmente, seu corpo sentirá a falta de sexo e irá procurar prazer em outras áreas. E é tão fácil preencher esse vazio com comida”, disse. “Essa é uma parte muito importante de perder peso com prazer: abraçando sua sensualidade, bem como a sua sexualidade”, afirmou.

A especialista falou ainda sobre a importância do prazer nas relações sexuais, afirmando que encontrar a paz no sexo é essencial e, se você não der atenção à sexualidade, provavelmente irá suprir essa falta comendo doces.

Fonte: Pleasurable Weight Loss

sábado, agosto 03, 2019

Consumo abusivo de álcool aumenta 42,9% entre mulheres de 18 e 24 anos


Dados inéditos do Ministério da Saúde apontam que 17,9% da população adulta no Brasil fazem uso abusivo de bebida alcoólica. O percentual é 14,7% a mais do que o registrado no país em 2006 (15,6%). Mesmo com o percentual menor, as mulheres (11%) apresentaram maior crescimento em relação aos homens (26%), no período de 2006 a 2018. Em 2006, o percentual entre as mulheres era de 7,7% e entre os homens, 24,8%.

Os dados são da Pesquisa de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel), de 2018.

A pesquisa apontou ainda que o uso abusivo entre os homens é mais frequente na faixa etária de 25 a 34 anos, 34,2% e entre as mulheres nas idades de 18 a 24 anos (18%). O menor percentual entre os homens e mulheres, foram observados em pessoas com 65 anos e mais, sendo, 7,2% entre homens e 2% em mulheres. O percentual de consumo abusivo entre os brasileiros tende a diminuir com o avanço da idade, em ambos os sexos.

É considerado ‘uso abusivo de álcool’, a ingestão de quatro ou mais doses entre as mulheres e cinco ou mais doses de bebidas alcoólicas entre os homens, em uma mesma ocasião, nos últimos 30 dias. O Ministério da Saúde alerta que o consumo de qualquer tipo de bebida alcoólica pode trazer danos imediatos à saúde ou a médio e longo prazo. O uso abusivo de álcool é uma pauta intersetorial e também um fator de risco que influencia negativamente dois aspectos: aumento das Doenças Crônicas Não Transmissíveis (DCNTs); e o aumento de agravos, como acidentes e violência.

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), não existe volume seguro de álcool a ser consumido, porque ele é tóxico para o organismo humano e pode provocar doenças mentais, diversos cânceres, problemas hepático, como a cirrose, alterações cardiovasculares, com riso de infarto e acidente vascular cerebral e a diminuição de imunidade. Além de ser responsável por episódios de violência física contra si ou contra outras pessoas.

Dados inéditos de mortalidade do Ministério da Saúde apontam que 1,45% do total de óbitos ocorridos entre os anos de 2000 a 2017 estão totalmente atribuídos à ingestão abusiva de bebidas, como doença hepática alcoólica. Quando verificado o número de mortes entre os sexos, os homens morrem aproximadamente nove vezes mais do que as mulheres por causas totalmente atribuídas ao álcool. Os óbitos excluem acidentes e violências e outras causas parcialmente atribuídas.

De acordo com a OMS, em todo o mundo, mais de 3 milhões de homens e mulheres morrem todos os anos pelo uso nocivo de bebidas alcoólicas. Ao todo, 5% das doenças mundiais são causadas pelo álcool.


Com informações da assessoria do MS

sexta-feira, agosto 02, 2019

5 benefícios da hortelã para a saúde que a tornam ainda mais revigorante


De balinhas a mojitos, pastas de dente e antissépticos bucais, esta deliciosa planta tem sido utilizada há séculos por seu sabor e frescor. Mas você sabia que ela também tem benefícios surpreendentes para a saúde? Leia mais para compreender o poder revigorante da hortelã!
1.    Ela pode ajudar com problemas abdominais.
O óleo de hortelã tem sido associado à redução da dor, desconforto estomacal e outros sintomas da Síndrome do Intestino Irritaddo, em grande parte devido aos efeitos antiespasmódicos do metanol encontrados na planta. Dito isto, a maioria desses benefícios foi observada com o óleo em forma de cápsulas – não como alimento – então verifique com o seu médico antes de iniciar qualquer suplementação. Ainda assim, as propriedades calmantes do chá de hortelã podem dar uma mãozinha, além de ajudá-lo a ficar hidratado (e aquecido!) durante os meses secos de inverno.
2.    É anti-inflamatória.
Como outros alimentos de origem vegetal (legumes, verduras, frutas, nozes, sementes, feijão e grãos integrais), a hortelã contém fitonutrientes com propriedades antioxidantes, o que reduz o dano celular causado pelo estresse oxidativo. Além disso, os compostos anti-inflamatórios primários da hortelã podem inibir o início da inflamação crônica.
E uma vez que um alimento não consegue desfazer os efeitos de uma dieta de má qualidade: use a hortelã para cozinhar e condimentar refeições e lanches à base de vegetais, não apenas pelos benefícios à saúde.
3.    Tem benefícios imunológicos.
Além de suas atividades antioxidantes, 1/4 xícara de hortelã fornece quase metade de suas necessidades diárias de vitamina A. A vitamina contida na planta ajuda a proteger suas células contra danos ao eliminar os radicais livres que prejudicam os tecidos do corpo, ajudando a reduzir o risco de doenças crônicas, como doenças cardíacas, diabetes e alguns tipos de câncer. Outro possível benefício: os compostos encontrados nas Folhas de hortelã possuem ação inibitória sobre as enzimas que promovem o surgimento de tumores.
4.    Pode ajudar a proteger contra bactérias nocivas.
Algumas pesquisas vincularam os compostos antibacterianos nos óleos essenciais da hortelã – carvona e limoneno – à redução do risco de bactérias potencialmente nocivas, tanto do tipo encontrado nos alimentos contaminados quanto do trato gastrointestinal. Além disso, algumas pesquisas iniciais relacionam esses compostos à redução no risco de doenças transmitidas por alimentos quando usados para armazenamento e preservação. De maneira geral, a vasta gama de nutrientes que protegem a imunidade, encontrados em diferentes tipos de plantas e especiarias (incluindo a hortelã!), foi estudada quanto a seus possíveis benefícios na proteção de nosso sistema imunológico contra a ruptura causadora de doenças, mas com um alerta: mais pesquisas ainda precisam ser feitas para avaliar completamente quão impactantes essas substâncias são na proteção da imunidade. Por enquanto, adicionar hortelã a refeições e lanches não deve substituir nenhuma das suas atuais práticas de segurança alimentar, mas pode aprimorá-las!
5.    Pode ajudar a reduzir o teor de sódio.
Cortar o sal sem perder sabor requer ervas e especiarias complementares para a melhorar o sabor da comida – e a hortelã não é exceção! Usar hortelã em qualquer coisa, desde saladas (ou frutas!) a peixes, carne e aves, pode ajudar a limitar a quantidade de sal que você adiciona aos alimentos sem sacrificar o gosto, elevar o custo ou aumentar o tempo de preparo da receita.
 

quinta-feira, agosto 01, 2019

Veja os caminhos da longevidade


Já imaginou viver dez anos a mais que o restante da humanidade? Pois cinco povos do planeta conhecem o caminho da longevidade. Confira!

1. Utilize pratos menores

Estudos americanos mostram que, quando ingerimos até 25% menos comida, o colesterol total e o LDL (porção ruim), o triglicérides e a pressão arterial são reduzidos e o peso fica estável. Um conselho? Coma até ficar 80% satisfeita. O povo da ilha japonesa usa pratos de 23 cm de diâmetro para ingerir até 30% menos comida – no Brasil, os pratos de porcelana possuem cerca de 26 cm

2. Reduza o sal diariamente

Em 2010, o periódico inglês New England Journal of Medicine divulgou o seguinte dado: a diminuição de 3 g de sal por dia pode evitar 44 mil mortes por ano. O cuidado previne e controla a hipertensão, que agrava a insuficiência renal e as doenças cardíacas. Dicas para reduzi-lo: abuse das ervas aromáticas, que realçam o sabor dos alimentos, e fuja dos embutidos, enlatados e congelados.

3. Cochile durante o dia

A sesta (soneca após o almoço) é um hábito na Península de Nicoya, na Costa Rica. Em outras partes do mundo, essa pausa diurna também é comum. Segundo os cientistas, a sesta melhora a saúde e nos deixa mais espertos. Num teste feito na Califórnia (EUA), um grupo dormiu 90 minutos e outro não. Após a soneca, o primeiro time pontuou bem mais numa dinâmica de aprendizagem .

4. Pense de forma positiva

A ciência já provou que ser otimista reforça o bem-estar. Isso porque nenhum órgão está separado dos nossos pensamentos – cada crença desencadeia uma resposta química que nos fortalece ou enfraquece. Para pensar positivo, medite imaginando uma paisagem inspiradora (praia, cachoeira). Sinta gratidão por tudo o que está funcionando na sua vida em vez de lembrar o que deu errado.

5. Consuma mais vitamina C

Uma única laranja tem a dose de vitamina C que o nosso corpo precisa por dia (60 miligramas). A fruta age como um catalisador no organismo, facilitando e induzindo várias reações necessárias à boa saúde: previne o câncer, afasta resfriados e, por sua ação antioxidante, ajuda a pele a se recuperar mais facilmente dos danos causados pelo sol. Outras fontes de vitamina C: batata, aspargo e pimenta.

6. Coma nozes e soja

Cerca de 25% dos adventistas de Loma Linda (EUA) comem nozes cinco vezes por semana. Com o hábito, cortaram pela metade o risco de doenças cardíacas. Uma boa cota diária? Duas unidades. Na dieta de Okinawa, no Japão, reinam o tofu e outros itens à base de soja. O grão evita males cardiovasculares – dos cerca de 1 milhão de habitantes da ilha, mais de 900 já festejaram 100 anos!

7. Prefira alimentos frescos

Se consumir itens frescos é provável que você viva mais. Os alimentos da safra, que não recebem grande quantidade de conservantes, têm mais nutrientes. Aumentar o consumo de vegetais é uma das medidas mais significativas na prevenção de males crônicos. Isso porque os alimentos naturais possuem muitos antioxidantes, fibras e gorduras boas que favorecem o perfeito funcionamento do organismo.

8. Tome banhos frios

Uma ducha em temperatura baixa faz maravilhas! Segundo os adeptos, ela aumenta a circulação, reforça o sistema imunológico, melhora o humor e revigora. Se você tem medo de água fria, comece pela morninha e vá abrindo o chuveiro. O banho frio proporciona, inclusive, uma pele mais jovem: estudo alemão revela que ele eleva os níveis de glutationa, antioxidante natural do organismo.

9. Tempere com alho

Com propriedades medicinais, esse condimento é usado desde a Antiguidade para dar sabor à comida. Melhora a circulação e a saúde do coração, diminui os níveis de colesterol, equilibra a pressão arterial e potencializa o sistema imunológico. Ou seja, é um santo remédio! Você pode consumi-lo cru e em chás ou xaropes. Mas a maneira mais gostosa é no dia a dia, como tempero na comida.

10. Invista nos integrais

Além do pão, inclua farinha, arroz, massa e outros produtos integrais na dieta. O motivo? No processo de refinamento, o germe dos grãos é retirado, o que empobrece o alimento. Portanto, os integrais reúnem muito mais nutrientes do que os refinados. O grão integral ainda possui carboidrato complexo, que demora mais para ser digerido pelo organismo, promovendo uma saciedade rápida.

11. Exercite-se e fique mais ágil

A vida moderna, que nos faz usar o carro para tudo, é um veneno para o organismo. A longevidade dos povos que não adoecem se deve ao fato de estarem sempre em movimento. Portanto, mexa-se! Atividades como cuidar do jardim ou ir à padaria a pé contam muito. Mas tente praticar um exercício ou esporte que lhe dê prazer diariamente – ele vai deixar o seu corpo ágil, alerta e saudável.

12. Seja mais sociável

Manter-se próxima da família é um dos hábitos cultivados pelas pessoas da Sardenha, na Itália, e da Ilha de Icária, na Grécia. Além dos familiares, os moradores de Loma Linda ainda possuem uma relação íntima com os amigos. O relacionamento aumenta a motivação e reduz o stress. Não sabe por onde começar a expandir o seu círculo social? Dedique-se a um trabalho voluntário ou hobbie.
Fotos: Getty Images