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domingo, dezembro 21, 2014

Defenda o seu tempo



Por certo, temos de trabalhar. E outras demandas devem ser atendidas. Casa, filhos, companheiro (a), família, amigos, colegas de trabalho, estudos, aquele curso importante para o seu desenvolvimento profissional, academia... A lista não tem fim. Sobrou um tempo (olha ele aí!) para aquilo que você realmente deseja fazer (ou não fazer)? Aquela atividade que traz uma satisfação calorosa, quase uma sensação de plenitude? Não? Então está na hora de rever o seu tempo.
Há bons motivos para isso. A começar pela sua saúde. Quem entra na roda-viva de tarefas e obrigações a cumprir, pode ter o que a medicina chinesa chama de distúrbio energético. “Começa com sintomas vagos como cansaço, indisposição, insônia, dores de cabeça. Eles não causam alterações em exames, mas, na visão chinesa, os órgãos internos já estão prejudicados”, afirma Regina Sakai, professora de acupuntura do Colégio Brasileiro de Estudos Sistêmicos.
Sem tempo para descarregar as tensões, a glândula supra-renal, responsável por liberar hormônios em resposta ao estresse, fica em constante alerta, explica Regina. Imagine o estrago que esse rio perene de cortisol e adrenalina pode fazer em seu corpo. Doença na certa.
Alto lá!
Por isso, antes de chegar a tal estado, abra a sua agenda – real, virtual ou mental – e crie espaços dedicados a você. “É o tempo em que vivemos as coisas mais significativas das nossas vidas”, lembra o criador do Clube do Nadismo, Marcelo Boher.
E não adianta substituir um horário em branco por mais uma atividade que até pode ser importante, mas não lhe traz prazer. “Ignoramos a possibilidade de ter tempo livre, porque somos treinados para sermos extremamente produtivos”, lamenta Marcelo.
Não é só isso. Costumamos valorizar não só a dedicação ao trabalho, mas ao outro. Fica sempre parecendo que se colocar em primeiro lugar é um ato egoísta. Repense. “Se você se coloca em primeiro lugar, as relações serão de mais qualidade. Elas ficam mais leves porque você está bem”, defende Tatiana Girardi, terapeuta holística, personal coach e ministrante do curso TPM – Tempo para mulheres.
Ela lembra o quanto é perigoso viver a vida alheia. “Ninguém garante que o outro – seja filho, trabalho, namorado, marido – estará sempre ali. Pode ser perigoso para a saúde mental, física e para a vida da pessoa.”
As relações, aliás, nos regulam. “Estamos a maior parte do tempo em contato com outras pessoas, fazendo coisas adequadas àquelas situações. É normal, mas é importante que tenhamos momentos para ficar sozinhos. Estar sozinho é entrar no seu mundo interno, é importante para avaliar aquilo que você faz naturalmente e o que está representando para os outros”, reflete Renate Michel, professora do curso de Psicologia da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR).
Você é o foco
É possível transformar-se em prioridade da própria vida, garante Tatiana, “ainda que você tenha de levantar mais cedo ou dormir mais tarde”. Foi justamente roubando umas horinhas de sono que o publicitário Guilherme Gomide, 38 anos, conseguiu incluir, nos seus dias atribulados, treinos de triatlo. Presidente de uma agência de propaganda multinacional, sócio em outras quatro empresas, marido e pai, ele conta que as duas horas diárias que dedica ao esporte seis vezes por semana fizeram muita diferença na sua rotina. “Ironicamente tenho menos tempo para trabalhar, mas produzo mais porque estou melhor, física e mentalmente.”
A vida “cronometrada”, como ele define, ganha uma pausa nos fins de semana. “Quando tenho preguiça de comparecer aos eventos sociais, me dou o direito de ficar em casa sem fazer nada.”
A escolha das palavras de Guilherme dá uma dica do que é necessário: “se dar o direito”. “Há pessoas que não têm tempo para si porque não se autorizam. É muito comum em mulheres que dedicam o tempo todo à família ou homens provedores. Essa autorização interna é sinal de maturidade, de saber que o mundo pode viver sem você um pouquinho, que fazer falta não significa ser substituído imediatamente”, diz Renate.
A dificuldade de realizar o que se deseja passa ainda pelo olhar do outro, sustenta a psicóloga. “É preciso admitir que eu tenho gosto diferente do que a minha mãe esperou de mim a vida toda, ou meu marido espera. O que se faz como obrigação é para mostrar para alguém, dar conta do que se espera de nós.”
Jeito de ver
Às vezes, no entanto, é apenas a forma de encarar. Visitar a sua avó pode ser uma obrigação ou um prazer. No segundo caso, é tempo ganho. “Não podemos confundir compromisso com obrigatoriedade. Na verdade, nada é obrigatório”, decreta o empresário Ricardo Dória, 27 anos. Ele é dono de duas empresas, faz mestrado, muay thai, corrida e está em meio aos preparativos para seu casamento. Além de tudo isso, faz questão de ter tempo para a noiva, a família, fazer as coisas que gosta. “Me dedico ao que é importante”, diz.
Nem sempre foi assim. “Passei um bom tempo só reagindo à vida. Depois que me organizei, comecei a decidir o que gostava e vi que tem como fazer isso sem deixar ninguém frustrado.” Para dar conta de tudo, Ricardo desenhou mapas mentais – diagramas que ajudam a solucionar problemas – e dividiu as horas do seu dia. O trabalho não ultrapassa 40 horas semanais. “Quem tem a percepção de que o trabalho vem em primeiro lugar negligencia outros aspectos da vida. Não faço isso.”
Sentido
Mas nem sempre é fácil descobrir o que realmente faz sentido para nós. O único jeito – e Renate e Tatiana fazem coro neste ponto – é olhar para dentro. “Requer muita coragem, porque é um caminho sem volta e podemos descobrir coisas que não gostaríamos, sobre nós mesmos”, alerta Tatiana. Mas é necessário. E compensador, quando descobrimos o que nos encanta. “É uma coisa gostosa, profunda, um calor, um abraço que você dá em você mesmo. É um prazer que não precisa ser contado. Você se satisfaz profundamente e não precisa postar no Facebook”, brinca Renate.

FONTE:GAZETA DO POVO
ÉRIKA BUSANI, ERIKAB@GAZETADOPOVO.COM.BR





As crianças precisam de limites, como educar com disciplina



Uma disciplina eficaz na hora de aplicar limites aos nossos filhos é o mais importante. Se apresentamos uma boa regra, nosso filho estará disposto a cumpri-la porque o que eles querem é nos agradar.
Não estamos preparados para estabelecer limites. Falta-nos habilidade para fazê-lo. Falamos demais, exageramos na emoção, e em muitos casos, equivocamo-nos na nossa forma de expressar com clareza e demasiada autoridade. Quando necessitamos dizer aos nossos filhos que devem fazer algo e “agora” (recolher os brinquedos, ir para a cama, etc.), devemos ter em conta alguns conselhos básicos:
É frequente ouvir de nós mesmos e de outros pais, expressões como “comporte-se bem”, “seja bom”, ou “não faça isso”. As expressões significam diferentes coisas para diferentes pessoas. Nossos filhos nos entenderão melhor se dermos nossas ordens de uma forma mais concreta. Um limite bem específico diz a uma criança exatamente o que deve ser feito. “Fale baixinho na biblioteca”; “Dê de comer ao cachorro agora”; “Segure na minha mão para atravessar a rua”. Esta é uma forma que pode aumentar substancialmente a relação de cumplicidade com seu filho.

O que fazer para que as crianças sejam obedientes

Em muitos casos podemos dar aos nossos filhos uma oportunidade limitada de dizer como cumprir suas ordens. A liberdade de oportunidade faz com que uma criança sinta uma sensação de poder e controle, reduzindo as resistências. Por exemplo: “É hora do banho. Você quer tomar banho quente ou frio?”; “Está na hora de se vestir. Você escolhe sua roupa ou quer que eu escolha?”. Esta é uma forma mais fácil e rápida de dizer a uma criança exatamente o que fazer.

Obediência e disciplina

Em questões realmente importantes, quando existe uma resistência à obediência, necessitamos aplicar a disciplina com firmeza. Uma disciplina firme diz a uma criança que ela deve parar com tal comportamento e obedecer suas ordens imediatamente. Por exemplo: “Vá para o seu quarto agora”, ou “Pare! Os brinquedos não são para atirar”. Os limites firmes são melhor aplicados com uma voz segura, sem gritos, e um sério olhar no rosto. Os limites mais suaves supõem que a criança tem opção de obedecer ou não. Exemplos de limites leves: “Por que não leva seus brinquedos para fora daqui?”; “Você deve fazer as tarefas da escola agora”; " Venha pra casa agora, está bem?” e “Eu realmente gostaria que se limpasse”. Esses limites são apropriados para momentos quando se deseja que a criança aja num certo caminho. De qualquer modo, para essas poucas obrigações, “deve estar feito”, você será melhor cúmplice do seu filho se lhe aplica uma ordem firme. A firmeza está entre o suave e o autoritário.
Os meninos são mais receptivos em fazer o que lhes ordenam. Ordens como “não”, ou “pare” dizem a uma criança o que é inaceitável, mas não explica que comportamento realmente gostaria. Em geral, é melhor dizer a uma criança o que deve fazer (“Fale baixo”) antes do que não deve fazer (“Não grite”). Pais autoritários dão mais ordens “não”, enquanto os demais estão propensos a dar a ordem de “fazer”.
Quando dizemos “quero que vá pra cama agora mesmo”, estamos criando uma luta de poder pessoal com nossos filhos. Uma boa estratégia é fazer constar a regra de uma forma impessoal. Por exemplo: “São 8 horas, hora de se deitar” e lhes ensine as horas. Neste caso, alguns conflitos e sentimentos estarão entre a criança e o relógio.

Explique o porquê aos filhos

Quando uma pessoa entende o motivo de uma regra, como uma forma de prevenir situações perigosas para si mesmas e para outros, se sentirá mais animada a obedecê-la. Deste modo, quando se aplica um limite, deve-se explicar à criança o porque tem que obedecer. Entendendo a razão para a ordem, ajuda as crianças a desenvolverem valores internos de conduta ou comportamento – uma consciência. Antes de dar uma longa explicação que pode distrair as crianças, manifeste a razão em poucas palavras. Por exemplo: “Não morda as pessoas. Isso vai machucá-las”; “Se você joga fora os brinquedos das outras crianças, elas se sentirão tristes porque elas ainda vão querer brincar com eles”.

Seja positivo com o seu filho

Sempre que aplicar um limite ao comportamento de uma criança, tente indicar uma alternativa aceitável. Por fazê-lo, soará menos negativo e seu filho se sentirá menos em desvantagem. Deste modo, empenhe-se em dizer: “Não sei se você gostaria do meu batom, mas isso é para os lábios e não para brincar. Aqui você tem um lápis e um papel em troca”. Outro exemplo seria dizer: “Não posso te dar um caramelo antes da janta, mas posso te dar um sorvete de chocolate depois”. Oferecendo-lhe alternativas, a estará ensinando que seus sentimentos e desejos são aceitáveis. Este é um caminho de expressão mais correto.

Seja flexível com o seu filho

Uma regra concreta de limite é evitar uma ordem repetitiva. Uma rotina flexível (dormir às 8 da noite, às 8 e meia na próxima, e às 9 na outra noite) é um convite à resistência e se torna impossível se cumprir. Rotinas e regras importantes na família deveriam ser efetivas dia após dia, ainda que esteja cansado ou indisposto. Se você dá ao seu filho a oportunidade de contornar as suas regras, eles seguramente tentarão resistir.

Desaprove a conduta, não a criança

É necessário que deixemos claro para nossos filhos que nossa desaprovação está relacionada ao seu comportamento e não diretamente a eles. Não os estamos rejeitando. Longe de dizer “Criança má” (desaprovação da criança). Deveríamos dizer: “Não morda” (desaprovação da conduta). Em lugar de dizer “realmente não posso te controlar quando você age dessa maneira”, deveríamos dizer: “Essas latas não são para jogar fora. Devem permanecer na prateleira do armário”.

Controle as emoções

Os especialistas dizem que quando os pais estão muito irritados, castigam mais severamente e são mais propensos a ser verbamente e/ou físicamente abusivos com seus filhos. Existem fases que necessitamos agir com mais calma e contar até dez antes de agir. A disciplina é basicamente ensinar a criança como deve se comportar. Não se pode ensinar com eficiência se você é extremamente emocional. Diante de um mal comportamento, o melhor é respirar por um minuto e depois perguntar com calma: “o que aconteceu aqui?”. Todas as crianças necessitam que seus pais estabeleçam regras de conduta para o comportamento aceitável. Quanto mais mestres em aplicarmos os limites, maior será a cooperação que receberemos dos nossos filhos e menor será a necessidade de aplicar as disciplinas desagradáveis para que se cumpram. O resultado é uma atmosfera caseira mais agradável para os pais e filhos.
(Autor: Charles E. Schaefer, Ph.D., é um professor de psicologia e diretor do  Centro de Servicios Psicológicos na Universidad de Fairleigh Dickinson. É  autor de mas de 40 livros, incluindo "Teach your child to behave disciplining with love from 2 to 8 years". – “Ensine sua criança a se comportar, disciplinando-a com amor dos 2 aos 8 anos”).


Veja vinte alimentos que ajudam a clarear os dentes



A nutricionista, Vanessa Pimentel, separou cardápios e curiosidades para tirar o melhor que os alimentos podem oferecer para a saúde bucal.
Com algumas dicas, além de se beneficiar com uma boa seleção de pratos, é possível neutralizar alimentos prejudiciais para os dentes. Vanessa recomenda lanches com alimentos cariostáticos e anticariogênicos, como queijo, nozes, pipoca e hortaliças. “Após comer um pirulito, mastigue uma castanha, e prefira comer a bisnaguinha com queijo”, diz.
Confira alguns alimentos amigos dos dentes brancos
Morango


Morangos in natura são um prato cheio para quem quer manter os dentes brancos. A fruta contém ácido málico, um adstringente natural que ajuda a retirar manchas. Além da vitamina C, que ajuda a combater o acúmulo de placa.


Queijos


A caseína, um tipo de proteína encontrada principalmente no queijo, ajuda na reparação do esmalte dos dentes, junto com o cálcio e fósforo também presentes em produtos lácteos. Queijos duros, como o parmesão, são bons para o clareamento. Apenas um pedaço aumenta o fluxo de salivação que ajuda a eliminar restos de alimentos e neutraliza o pH da boca, que fica menos ácido e propenso à deterioração dos dentes. 

Espinafre


Rico em fibras, o espinafre faz uma limpeza natural dos dentes, além de aumentar o fluxo salivar. Estudos mostram também que o ácido oxálico do espinafre pode interferir na absorção do cálcio presente em leites e seus derivados.





Maçã


A maçã é fibrosa e já limpa os dentes a cada mordida, além de estimular o fluxo salivar. 






Iogurte


Alimentos lácteos são ricos em proteínas, cálcio, fósforo e ácido láctico, que ajudam a combater bactérias e fortalecer os dentes. 


Salmão


Salmão tem cálcio e vitamina D, a dupla perfeita para dentes fortes e saudáveis.


Leite


Os produtos lácteos (leite, iogurte sem gordura) intensificam a remineralização dos dentes e contêm cálcio.





Pera


A fruta ajuda a eliminar o biofilme oral – placa bacteriana – já que é fibrosa e limpa os dentes naturalmente. A pera também aumenta o fluxo de saliva, que defende os dentes contra cáries e doenças da gengiva. 



Pepino


produzem saliva que, combinada com as fibras naturais dos alimentos, naturalmente limpa os dentes e remove bactérias.





Goma de mascar sem açúcar


Mascar gomas sem açúcar, por 15 a 20 minutos após as refeições e lanches é recomendado pelos dentistas. A goma adoçada com xilitol é um agente anticárie. O xilitol é um açúcar de cinco carbonos que não pode ser metabolizado pelas bactérias orais. Vinte minutos de mastigação parecem causar um aumento no ph salivar para mais de 5,5 vezes.

Castanha-do-Pará


Os óleos contidos na castanha do Pará ajudam a formar uma película sobre os dentes, reduzindo a capacidade das bactérias grudarem neles.

Brócolis


Brócolis contém ferro e cálcio, que juntos formam uma barreira que protege o esmalte dos dentes.




Cenoura


Estimula a salivação, assim, mantêm a boca hidratada e ajuda a remover o biolfime oral – placa bacteriana.

              





Hortaliças em geral

As hortaliças cariostáticos e anticariogênicos, o que contribui para a saúde dos dentes.






Nozes


As nozes também ajudam a formar uma película sobre os dentes.




Frango


O frango é um alimento cariostático, ou seja, que não contribui ao desenvolvimento da cárie.




Ovos


O ovo, assim como o frango, não ajuda na instalação da cárie no dente, sendo recomendado para consumo de quem quer deixa-lo forte e branco.




Gorduras


As gorduras também não contribuem para o aparecimento de cáries, pois formam uma película oleosa nos dentes.

Água



A ingestão de água, além de ser necessária para as funções vitais do organismo, é importante para o mecanismo de limpeza dos dentes.






Mega-Sena acumula e deve pagar R$ 8 mi na 4ª; veja dezenas



Ninguém acertou as dezenas do sorteio da Mega-Sena neste sábado (20-12-14). Com o prêmio estimado em R$ 3 milhões no concurso 1663, pode alcançar R$ 8 milhões no próximo sorteio com o valor acumulado das apostas na próxima quarta-feira.
Confira os números do prêmio que teve R$ 34 milhões em arrecadação total: 18 - 20 - 27 - 40 - 49 - 55

Apenas 18 apostadores acertaram as cinco dezenas (quina) e vão receber R$ 73.129,68. 
 3.524 pessoas acertaram as quatro dezenas (quadra) e vão ficam com o prêmio de R$ 830,07.




sábado, dezembro 20, 2014

Seleção de piadas de ladrão







ASSALTANTE PARAIBANO - - -

Ei, bichim…
Isso é um assalto…
Arriba os braços e num se bula, num se cague e num faça munganga…
Arrebola o dinheiro no mato e não faça pantim, se não enfio a peixeira no teu bucho e boto teu fato pra fora…
Perdão meu Padim Ciço, mas é que eu tô com uma fome da moléstia.


ASSALTANTE BAIANO

Ô meu rei… (pausa)
Isso é um assalto…(longa pausa)
Levanta os braços, mas não se avexe não… (outra pausa)
Se num quiser nem precisa levantar, pra num ficar cansado…
Vai passando a grana, bem devagarinho(pausa pra pausa)
Num repara se o berro está sem bala, mas é pra não ficar muito pesado.
Não esquenta, meu irmãozinho, (pausa)
Vou deixar teus documentos na encruzilhada.


ASSALTANTE MINEIRO

Ô sô, prestenção… isso é um assarto, uai.
Levanta os braço e fica quetin quêsse trem na minha mão tá cheio de bala…
Mió passá logo os trocados que eu num tô bão hoje.
Vai andando, uai! Tá esperando o quê, uai!


LADRÃO QUE ROUBA DE LADRÃO

- Pedro, a lavadeira roubou duas toalhas.
- De nossa casa?
- É.
- Mas que ladra! Que sem-vergonha! Quais foram as toalhas?
- Aquelas que trouxemos do Motel!


FÁBRICA DE APANHAR LADRÕES
Nos Estados Unidos fabricaram uma máquina de pegar ladrões.
Testada em Nova York, em 5 minutos pegou 1500 ladrões.
Levaram-na para a China e em 3 minutos apanhou 2500 ladrões.
Na África do Sul, em 2 minutos pegou 6 mil ladrões.
Trouxeram-na para Cuiabá e num minuto, roubaram a porcaria da máquina.


PROCURANDO DINHEIRO?

O sujeito entra num banco e vê todo mundo andando de um lado para o outro, olhando para o chão a procura de alguma coisa. Para satisfazer a sua curiosidade, ele vira-se para o único senhor que está em pé, parado e pergunta:
- O que está havendo por aqui?
- Foi um rapaz que deixou cair uma nota de 100 Reais e está todo mundo procurando!
- E o senhor? Por que não se mexe também?
- Porque o dinheiro está debaixo do meu sapato!

Meta mundial é eliminar todas as formas de trabalho infantil até 2020


A meta estabelecida é desafiadora e, para ser alcançada, é preciso participação dos gestores, dos empregadores e da sociedade. O trabalho é maléfico quando ocorre na infância e o desafio de sensibilizar os empregadores e a sociedade, e de conscientizar o Poder Público acerca da fiscalização, é grande.

As denúncias contra empresas diminuíram e hoje as mais frequentes são relativas a trabalhos realizados nas ruas e em feiras. Os danos causados pelo trabalho prematuro são físicos e psicológicos, muitas vezes irreversíveis, dizem especialistas. Como ainda estão em formação óssea e de órgãos, um trauma no corpo deles é três vezes pior do que em um adulto, asseguram os entendidos no assunto.

O desenvolvimento intelectual e psicológico também é afetado, muitas vezes de modo irreparável, por isso há adultos que sofrem com traumas crônicos. 

Conforme a última conferência, realizada em Haia, na Holanda, a meta dos países é erradicar as piores formas de trabalho infantil até 2016, e todas elas até 2020. 

Vale ressaltar que somente adolescentes de 16 anos podem ingressar no mercado de trabalho, mesmo assim em trabalhos específicos, conforme o decreto federal 6481/2008. São eles: trabalhos técnicos ou administrativos, desde que fora das áreas de risco à saúde, à segurança e à moral, ao menor de 18 e maior de 16 anos e ao maior de 14 e menor de 16, na condição de aprendiz. 

Na lista dos piores trabalhos infantis, estão todas as formas de escravidão ou práticas análogas, trabalho forçado para fins de exploração sexual, comercial, produção de pornografia, atuação no tráfico de drogas, bem como o recrutamento forçado ou compulsório de adolescente para ser utilizado em conflitos armados.



Direitos trabalhistas da mulher que engravida vão além da licença



A licença-maternidade é o direito trabalhista mais conhecido da mulher que engravida, mas não é o único. Para ajudar quem quer ter um filho, descobriu que espera um ou acaba de tê-lo, confira o que explica um miniguia elaborado pelo site UOL e que reproduzimos aqui. Confira.

Antes da gravidez

Direito à privacidade

Na entrevista de emprego, no momento da admissão ou mesmo durante a vigência do contrato de trabalho, as empresas não podem exigir nenhum tipo de atestado ou exame médico para comprovação de gravidez.

Durante a gestação

Estabilidade no emprego

Desde o primeiro mês da gestação até cinco meses após o parto, a mulher não pode ser demitida. A advogada Maria Lúcia Benhame Puglisi, especialista em direito e processo do trabalho pela USP, recomenda que, assim que tenha conhecimento da gravidez, a gestante avise o empregador, para deixá-lo ciente de que precisará se ausentar para fazer exames e consultas. "O ideal é comunicar a empresa por escrito e pedir um protocolo da entrega da comunicação."

Direito a mudar de função ou de setor no trabalho

Se a natureza da ocupação trouxer riscos à saúde da mãe ou do bebê, a gestante poderá solicitar mudança de atividade ou setor. A solicitação deve ser comprovada por meio de atestado médico.

Realização de consultas médicas

A gestante pode sair do trabalho para fazer quantas consultas e exames forem necessários. Porém, ela precisa comprovar, por meio de atestados, as visitas ao médico. Se fizer isso, não poderá sofrer nenhum desconto em seus rendimentos por conta dessas ausências.

Afastamento remunerado

Em casos de gravidez de alto risco, em que seja necessário repouso total por longos períodos, a gestante receberá um auxílio-doença, como acontece quando um empregado apresenta qualquer outro problema de saúde.

Licença em caso de aborto

Caso a gestante sofra um aborto espontâneo e perca o bebê, situação que deverá ser comprovada por atestado médico, a gestante terá uma licença remunerada de 15 dias para se restabelecer. Mas não terá licença-maternidade ou estabilidade no emprego.

No pós-parto

Licença-maternidade

Conquistada em 1943 com o surgimento da CLT (Consolidação das Leis do Trabalho), a licença era, inicialmente, de apenas 84 dias e paga pelo empregador, o que trazia dificuldades às mulheres jovens que procuravam emprego.

Desde 1973, os custos da licença passaram a ser pagos pela Previdência e, na Constituição de 1988, as mulheres conquistaram, finalmente, o período de 120 dias, além da estabilidade no emprego. A licença-maternidade pode ser usufruída até 28 dias antes do parto e 92 depois.
No caso de o empregador fazer parte do Programa Empresa Cidadã –a participação no programa é opcional e já tem entrado no rol de reivindicações de sindicatos em períodos de negociação– a licença poderá ser de 180 dias, caso a gestante queira. Para ser beneficiada pelo programa, a funcionária precisa requerer a prorrogação do salário-maternidade até o final do primeiro mês após o parto.

Durante o período de licença, a gestante receberá o seu salário normalmente.  Quem tiver dois ou mais vínculos empregatícios terá direito aos salários referentes à totalidade de seus empregos.
Em casos excepcionais, em que haja risco de vida para a mãe ou o bebê, a licença pode ser prorrogada por 15 dias, mediante um atestado médico do adulto ou da criança, que será analisado pelo médico do INSS. Essa ampliação é conhecida informalmente como licença aleitamento, já que é comum ser solicitada em prol da amamentação, com a mãe alegando que o filho não pode consumir leite artificial. Mas não consta oficialmente dos direitos da mulher que trabalha fora.

Estabilidade no emprego

A CLT garante estabilidade no emprego durante a gravidez e de até cinco meses após o parto. Assim, a mulher, nesse período, não pode ser demitida, a não ser por justa causa, ou seja, apenas em caso de grave falta do trabalhador, como roubo, abandono de emprego, violência e embriaguez.

Intervalo para amamentar

A mãe de um bebê com até seis meses de vida pode se ausentar do trabalho por dois períodos diários de 30 minutos, destinados à amamentação. Esses intervalos podem ser negociados com o patrão e agrupados para uma hora, permitindo à mãe que chegue mais tarde ou saia mais cedo do serviço.

Mãe que adota

Em caso de adoção, a funcionária também tem direito a licença e salário-maternidade de 120 dias, conforme a CLT. "Só não há previsão de estabilidade no emprego, salvo se houver uma norma coletiva que verse sobre o assunto", diz a advogada Maria Lúcia.

Creche

Empresas que tenham, ao menos, 30 funcionárias com mais de 16 anos de idade deverão ter local apropriado no qual seja permitido manter seus bebês sob cuidado, durante o período de amamentação. É o que diz o artigo 389 da CLT. Mas a portaria 3.296/86, do Ministério do Trabalho, permite que, em substituição à creche no local de trabalho, a empresa adote o sistema de reembolso-creche, que pode ser acordado com sindicatos da categoria, fixando período e valores.

UOL