domingo, setembro 23, 2018

O que é violência sexual?



Sobre esse assunto li o que publicou a blogueira Carol Patrocinio. Achei legal e vou reproduzi-lo. Se te interessa, leia::::::

Esse é um assunto bem pesado e que tenho falado aos pouquinhos aqui, mas em uma conversa essa semana uma pessoa me disse que muita gente não sabe identificar o que é a tal violência sexual. Para mim parece simples, mas resolvi escrever esse post para que homens e mulheres não tenham mais dúvida na hora h.

Em tempos de banda famosinha se aproveitando de fãs, de abuso sexual voltando a ser uma arma de repreensão contra manifestantes e de pais abusando de seus filhos dentro de casa, é bom ter certeza de que você não faz parte dessa coisa horrível.

Fazer o certo e fazer o errado costuma dar o mesmo trabalho — normalmente, fazer o errado dá mais trabalho, na verdade — e você não quer ser um babaca que passa dos limites, quer?

Não quer dizer não

O primeiro passo é bem simples. Se você fala para qualquer pessoa que quer fazer isso ou aquilo e ela diz que não está com vontade, não há outra opção senão respeitar o que ela quer. Simples, não?


Vencendo pelo cansaço

Você não vai ganhar ninguém pelo cansaço e ninguém vai mudar de ideia se você começar algo sem permissão porque a pessoa vai sentir que, na verdade, queria sim. Isso não funciona dessa maneira!


O papo de vencer pelo cansaço normalmente é atrelado ao assédio moral. Se um cara não quer fazer sexo com uma garota, ela diz que ele deve ter um pênis minúsculo, que parece que não gosta de mulher e tenta ferir, por todos os meios, a masculinidade dele. Quando é uma mulher, ela escuta muito que se não fizer, o cara vai procurar alguém que queira fazer, que ela não está cumprindo seu papel de namorada (ou seja qual for a ligação entre as pessoas) e ela acaba por se sentir insegura e com medo de ficar sozinha.

Isso é simplesmente errado. Não faça. Não rolou hoje, pode rolar amanhã, mas só se os dois tiverem certeza do que querem.

Eu queria, não quero mais

Você tem o direito de mudar de ideia. Você estava louca para fazer sexo, mas algo aconteceu e você não quer mais. Tudo bem. Nessa hora todo mundo tem que parar a brincadeira. Assim que um falou que não quer mais, tudo o que acontece depois é abuso.

E lembre-se, bonita, se o cara que está com você perder a vontade não é para ficar falando que ele é brocha. Ele simplesmente não quer mais. O problema não é você. Na verdade nem existe problema, ele só não está com vontade.


Sexo e violência

Essa combinação pode ser muito legal, divertida e uma delícia, mas só se os dois tiverem tesão por isso. Se você não gosta de apanhar, não tem que apanhar. Se não gosta de bater, não tem que bater. Fácil de entender, não é?


E usar violência para conseguir sexo — seja violência verbal ou física — não é permitido, tá? E quando eu digo que não é permitido, estou falando de lei. Não pode mesmo, dá cadeia e tudo.

Se você tiver tesão por isso, combine antes os limites com o parceiro e assim ninguém vai se machucar.

Acordei com ele dentro de mim

Muita gente diz por aí que acha o máximo quando acorda com o namorado já ali, fazendo as coisas enquanto você dormia. Okay, isso pode ser uma prática comum entre alguns casais, mas não soa bem estranho você estar dormindo e alguém ter tesão em transar com você? Com um corpo meio morto?


Pois é, isso também se enquadra em abuso. Você estava inconsciente e não podia dizer se queria ou não, então ele não deveria começar nada.

Isso também vale para você, que acha sexy acordar o bonitão com um lindo sexo oral. Ele pode não gostar de ser surpreendido assim.

É claro que, dentro de um relacionamento, tudo pode ser aceito e virar brincadeira do casal, mas é legal conversar antes. E fora de um relacionamento, se você dormir em algum lugar e acordar sendo bolinada, isso é crime.

...de bêbado não tem dono

Essa é uma grande mentira. O corpo de todo mundo tem dono, sim, e é só esse dono quem pode decidir o que fazer com ele — pra esclarecer, o dono do seu corpo é você mesma, mais ninguém. Não é porque você bebeu que alguém pode abusar de você, se aproveitando disso. Essa é uma coisa BEM clara. Nada deve ser feito sem o consentimento de todas as partes.


Nem teve penetração...

Outra lenda urbana é que 'passar a mão' não é nada demais. Assim como acham que é engraçado fazer piada sobre mulheres sendo 'encochadas' no metrô. Tudo isso é algo demais, sim. Ninguém, em nenhum momento, pode tocar seu corpo sem seu consentimento.

Outro dia uma amiga comentou que viu uma mulher fazendo um escândalo no ônibus porque um homem tinha passado a mão em suas pernas e muita gente estava achando graça. Não é engraçado. Não é certo invadir a intimidade alheia, simples assim.

Ensine o certo

Muitas campanhas por aí ensinam como uma mulher deve se defender em uma tentativa de abuso, mas o que devemos mesmo é ensinar a homens e mulheres que é errado abusar, é errado passar dos limites impostos pelas outras pessoas.


Nenhuma roupa pede nada. Mesmo se você estiver nua, no meio da rua, ninguém tem direito de abusar de você. Nenhuma atitude torna normal uma pessoa fazer sexo contra sua vontade. Nenhum discurso, paquera ou relação faz com que você se torne um objeto sem poder de veto.

Isso vale para homens e mulheres. Vale para todas as pessoas que acreditam no respeito ao outro e querem ser respeitadas. Abuso sexual, estupro, é sério, é crime.

Se você tem um amigo que acha que isso é normal, conhece alguém que não vê problema em alguma dessas situações, converse, explique o que tem de errado e faça sua parte pra tornar o mundo um lugar um pouquinho melhor!

Álcool matou mais de 3 milhões de pessoas no mundo em 2016, aponta OMS


O consumo de álcool foi o responsável pela morte de mais de 3 milhões de pessoas no mundo em 2016, representando uma em cada 20 mortes. O alerta foi divulgado pela Organização Mundial da Saúde (OMS).  O relatório global sobre o consumo global de álcool e suas consequências adversas para a saúde aponta que os homens representam mais de três quartos das mortes. No geral, o uso nocivo do álcool causa mais de 5% das doenças no mundo. 

Segundo a OMS, 28% das mortes relacionadas ao álcool são resultado de lesões, como as causadas por acidentes de trânsito, autolesão e violência interpessoal; 21% se devem a distúrbios digestivos; 19% a doenças cardiovasculares e o restante por doenças infecciosas, câncer, transtornos mentais e outras condições de saúde.

Mundialmente, o álcool foi responsável por 7,2% das mortes prematuras (de pessoas com menos de 69 anos) em 2016. Além disso, 13,5% mortes entre pessoas entre 20 e 29 anos de idade são atribuídas ao álcool.

A estimativa da organização é que 237 milhões de homens e 46 milhões de mulheres sofram com transtornos relacionados ao consumo de álcool, com maior prevalência entre homens e mulheres na região Europeia (14,8% e 3,5%, respectivamente) e na região das Américas (11,5% e 5,1%, respectivamente). O relatório indica que os transtornos por uso de álcool são mais comuns em países de alta renda.

A estimativa da OMS é que 2,3 bilhões de pessoas consumam álcool atualmente.

O consumo médio diário de pessoas que bebem álcool é de 33 gramas de álcool por dia, o equivalente a dois copos (cada um de 150 ml) de vinho, uma garrafa grande de cerveja (750 ml) ou duas doses (cada uma de 40 ml) de bebidas destiladas.

Em todo o mundo, 27% dos jovens com idade entre 15 e 19 anos consomem álcool atualmente. A cerveja é a segunda bebida em termos de consumo puro de álcool (34%), seguida do vinho (12%).

Por outro lado, o estudo indica que mais da metade (57% ou 3,1 bilhões de pessoas) da população global com 15 anos ou mais se absteve de consumir álcool nos últimos 12 meses.


O consumo de álcool entre as mulheres diminuiu na maioria das regiões do mundo, exceto nas regiões do sudeste asiático e do Pacífico Ocidental, mas o número absoluto de mulheres que bebem atualmente aumentou no mundo.

Fonte: Agência Brasil

Conheça as melhores frutas para emagrecer

O consumo de frutas é muito importante para uma alimentação equilibrada. Quanto maior a variedade delas, melhor para a nossa saúde, já que suas diferentes cores garantem uma quantidade maior e mais variada de fitoquímicos, elementos que fazem bem para a nossa saúde. “As frutas possuem cores diferentes, pois tem vitaminas e minerais em diferentes quantidades”, explica o nutricionista Israel Adolfo. Porém, essas propriedades variadas garantem efeitos específicos em alguns casos, o que faz com que algumas frutas sejam muito importantes para o dia a dia. O ideal é consumir de três a cinco porções diárias para obter a quantidade de vitaminas, nutrientes e fibras que o organismo necessita para funcionar. Mas já que a ideia é otimizar os benefícios dessa turma para a sua saúde e para a dieta, está na hora de fazer as escolhas certas. Veja que frutas você não pode deixar de incluir no cardápio, de acordo com a necessidade:
Maçãs - Foto: Getty Images

Maçã para dar saciedade e reduzir o inchaço

A chave para o emagrecimento está em reduzir as calorias ingeridas e aumentar as gastas. Para ter sucesso na primeira empreitada, aumentar a saciedade é essencial, e as frutas em sua maioria oferecem essa característica. “Todas são muitos importantes no processo de diminuição da gordura corporal, pois são ricas em fibras e proporcional uma grande oportunidade de mastigar. Para isso, índico frutas mais duras, como a maçã”, classifica o nutricionista Israel Adolfo.
Para completar o combo, a mação oferece outras vantagens, como a presença de pectina. “Esse é um tipo de fibra solúvel que se transforma em gel no estômago e arrasta a gordura para fora do organismo”, ensina a nutricionista e clínica Daniela Jobst, membro do Centro Brasileiro de Nutrição Funcional no Brasil. Suas fibras insolúveis da casca ficam no estômago por mais tempo, retardando mais ainda a fome. E fechando o currículo da fruta, ela ainda tem uma boa quantidade de potássio, nutriente que elimina o sódio extra do corpo, reduzindo a retenção de líquidos e, com ele, parte do inchaço.
Abacate - Foto: Getty Images

Abacate para reduzir o colesterol

Essa fruta é rica em gordura monoinsaturada, aquela considerada amiga do nosso organismo. “O ácido oleico, a mesma gordura do azeite de oliva, protege os vasos sanguíneos e o coração contra infartos, tromboses, entupimento das veias, doenças cardíacas e bloqueia a ação do LDL, chamado de colesterol ruim”, explica a nutricionista Daniela. Por isso, o consumo regular do abacate reduz os níveis de colesterol total e eleva os de HDL, o chamado colesterol bom. Mas vale um alerta, já que a fruta tem muitas calorias. “Para apresentar apenas os benefícios, deve ser consumida na quantidade de uma colher de sopa ao dia”, ressalta Israel Adolfo. E nada de consumi-lo com açúcar, prefira o cacau em pó se há necessidade de incrementar o gosto, como sugere a nutricionista clínica Nicole Trevisan.
Banana - Foto: Getty Images

Banana para diminuir a queimação

A banana, principalmente quando está verde, tem substâncias que protegem as paredes estomacais, favorecendo quem sofre com gastrite e azia. “Um estudo preliminar cita que a fruta possui um flavonoide conhecido como leucocianidina, que previne contra o desenvolvimento de úlceras estomacais”, explica o nutricionista Israel Adolfo. Além disso, antes de amadurecer ela tem mais amido, que é digerido primeiramente na boca, o que faz com que o estômago produza menos ácido para efetuar a digestão e irrite menos as paredes estomacais, como ressalta Daniela Jobst. Com o processo de maturação, esse amido vai se convertendo em frutose. Mas é preciso cuidado com um tipo em específico. “A banana nanica é ácida, não sendo indicada para quem tem gastrite”, alerta a nutricionista Nicole Trevisan.
Limão - Foto: Getty Images

Limão para quem tem diabetes

A maior parte dos benefícios da fruta é voltada para a saúde do coração, que não deixa de ser prejudicada quando a pessoa tem diabetes, já que a alta da glicose no sangue desgasta e prejudica as artérias e veias. “A alta concentração de ácido nicotínico no limão protege as artérias, prevenindo problemas cardiovasculares, uma tendência para quem tem a doença. O alimento também diminui a viscosidade do sangue, o que é essencial, uma vez que, junto com o diabetes, existem alterações que predispõe a um maior risco de trombose”, ensina a nutricionista Daniela Jobst.
Ele também evita hemorragias, devido à presença de ácido cítrico e ácido ascórbico, o que é vantajoso ao paciente com diabetes devido a sua dificuldade de cicatrização. Por fim, a parte branca do limão e a casca também contém pectina, “quando ela é dissolvida em água, produz uma massa viscosa que auxilia no trânsito intestinal e na saciedade, retardando a absorção dos açúcares”, desvenda Nicole Trevisan. Isso evita picos glicêmicos, inimigos de quem tem diabetes.
Uva - Foto: Getty Images

Uva para proteger o envelhecimento celular

Frutas de cores avermelhadas são ricas em antioxidantes. “Eles são compostos necessários para neutralizar os radicais livres, evitando assim que reajam com alguma célula e as destruam. Eles são naturalmente formados em nosso organismo nas reações metabólicas habituais e em situações como estresse, consumo de álcool, tabagismo, entre outros”, define Israel Adolfo. Normalmente, os radicais livres são causadores de lesões nas células e tecidos, o que pode provocar diversas doenças à longo prazo. A uva é uma fruta rica em antioxidantes, principalmente na casca e na semente. “As pró-antocianidinas, presente nas cascas e sementes da fruta, são considerados super antioxidante, 20 vezes mais potente que a vitamina C e 50 vezes mais que a vitamina E”, explica a nutricionista Daniela Jobst.
Acerola

Acerola para aumentar a imunidade

A laranja que nos perdoe, mas não há fruta com mais vitamina C do que a acerola. De acordo com a Tabela Brasileira de Composição dos Alimentos (TACO) da Unicamp, uma laranja tem cerca de 57 mg de vitamina C, contra 104 mg, aproximadamente, de uma única acerola. E o nutriente é muito importante para o sistema imunológico, pois participa da produção das células de defesa do organismo além de modular o funcionamento da nossa proteção natural. “Encontramos vários artigos que ressaltam a importância desta vitamina no aumento e manutenção da atividade de células do sistema imunológico, como, por exemplo, os mastócitos e macrófagos”, considera o nutricionista Israel Adolfo.
Morango - Foto: Getty Images

Morango para blindar o coração

Um estudo conduzido pela Harvard School of Public Health em Boston (Estados Unidos) em 2013 demonstrou que mulheres que consumiam morangos e mirtilos tinham menos chances de infartos do miocárdio. A grande responsável pelo benefício é uma substância chamada antocianina, presente em frutas de coloração vermelha e azul. “Ele também ajuda a reduzir a pressão graças à procianidina”, acrescenta Daniela Jobst, nutricionista funcional da clínica.
Fonte: minhavida

Dieta para diabéticos





Procure fazer, no mínimo, quatro refeições diárias, de forma equilibrada (proporcionalmente, evitando comer muito em uma refeição e pouco em outra).

Alimentos a serem evitados:

- Açúcar, mel, doces, sorvetes, gelatinas, pudim, compotas, frutas secas e cristalizadas

- Roscas, tortas, balas, biscoitos, chocolates, massas como: lasanha, caneloni, ravióli

- Pizzas, farinhas (mandioca, milho, trigo, aveia)

- Refrigerantes e bebidas alcoólicas

O álcool contém muitas calorias e pode levar a um aumento de peso, um
fator nocivo aos diabéticos.

Alimentos restringidos:

- Bolachas de água e sal, de água e torradas

- Batata, mandioca, beterraba, arroz, macarrão, milho verde

- Feijão, ervilha, soja, lentilha, vagem

As massas, pães, arroz, feijão, farinhas e raízes podem ser ingeridas, porém,
a quantidade deve ser distribuída nas quatro refeições diárias.

Evite excessos de qualquer destes alimentos em uma única refeição.

Alimentos permitidos:

- Leite desnatado, café, chá, suco de frutas

- Verduras, frutas e legumes

As frutas contêm açúcar natural e não devem ser consumidas em grande quantidade.


As frutas mais doces são: banana, caqui, figo e uva; e as que têm menos açúcar são o abacaxi, morango e melancia.

- Queijos magros, carnes magras e óleo vegetal em pouca quantidade

- O consumo de fibras melhora o controle do diabetes, além de trazer benefícios à saúde.

Recomendações Importantes:

- Utilizar adoçante no lugar do açúcar.

- Praticar exercícios físicos regularmente.

A obesidade é prejudicial ao diabético. No caso de pessoas obesas, a perda de 10% de peso pode facilitar o controle de diabetes.


RECADINHO

"Qualquer coisa em excesso é prejudicial!

Procure viver em equilíbrio e tenha muita Saúde! Sempre!"


Para um bom controle da diabetes é imprescindível que se consulte um especialista. Faça exames periodicamente!

Fontes: Boa Forma e Vida e Saúde




Horário de verão começa no dia 04 de novembro e segue até 17 de fevereiro, com duas semanas a menos


O horário de verão será mais curto, de 4 de novembro de 2018 a 17 de fevereiro de 2019. De acordo com o Ministério de Minas e Energia, a partir deste ano o horário de verão iniciará no 1º domingo de novembro, com término no 3º domingo de fevereiro do ano subsequente. A mudança encurtará em duas semanas o período de vigência, que até o ano passado começava no 3º domingo de outubro.

A partir de 4 de novembro, os relógios serão adiantados em uma hora em Mato Grosso, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso do Sul e no Distrito Federal.

O Ministério de Minas e Energia informou que o início do horário foi postergado para novembro a pedido do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para evitar mudança do horário brasileiro de verão no período entre o 1º e o 2º turno de eleições, mantendo o critério único de início da aplicação da política a cada ano. A mudança consta no Decreto 9.242, de 15 de dezembro de 2017. 


O horário de verão “deixou de se justificar pelo setor elétrico” que recomendou que a sua continuidade fosse submetida à avaliação da Casa Civil da Presidência da República, que decidiu manter a aplicação do horário para o Ciclo 2017 e 2018 e reavaliar a política para os próximos anos. 

Arroz e feijão são os alimentos mais desperdiçados no Brasil


Base da alimentação do brasileiro, o arroz e o feijão representam 38% do montante de alimentos jogado fora no país. O dado faz parte da pesquisa sobre hábitos de consumo e desperdício de alimentos, do projeto Diálogos Setoriais União Europeia – Brasil, liderado pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) com apoio da Fundação Getulio Vargas (FGV).
A pesquisa ouviu 1.764 famílias de diferentes classes sociais e de todas as regiões brasileiras. O ranking dos alimentos mais desperdiçados mostra arroz (22%), carne bovina (20%), feijão (16%) e frango (15%) com os maiores percentuais relativos ao total desperdiçado.
Os dados detalhados da pesquisa foram apresentados nesta quinta-feira (20-09-18) no Seminário Internacional Perdas e Desperdício de Alimentos em Cadeias Agroalimentares: Oportunidades para Políticas Públicas, na sede da Embrapa, em Brasília (DF).
No Brasil, a média de alimentos desperdiçados por domicílio é de 353 gramas por dia. Individualmente a média é de 114 gramas por dia.
Entre os motivos do desperdício apontados pelos pesquisadores está a busca pelo sabor e a preferência pela fartura dos consumidores brasileiros. O não aproveitamento das sobras das refeições é o principal fator para o descarte de arroz e feijão.
Os resultados mostraram que 61% das famílias priorizam uma grande compra mensal de alimentos, além de duas a quatro compras menores ao longo do mês. De acordo com os pesquisadores, esse hábito leva ao desperdício pois aumenta a propensão de comprar itens desnecessários, especialmente quando a compra farta é combinada com o baixo planejamento das refeições.
Algumas contradições também aparecem entre o público pesquisado. Enquanto 94% afirmam ser importante evitar o desperdício de comida, 59% não dão importância se houver comida demais na mesa ou na despensa. A maioria das famílias (68%) valoriza muito ter uma despensa e geladeira cheias de alimento.
Outra descoberta relevante da pesquisa é que 43% das pessoas concordam que “os conhecidos jogam comida fora regularmente”, mas quando abordado o comportamento da própria família o problema não aparece tanto. 

Fonte: Embrapa

sábado, setembro 22, 2018

Cuiabá perde em casa e é vice-campeão da Série C


O jogo foi disputado na noite deste sábado (22-09-18), com apagão que interrompeu o confronto por cerca de 1h30. O Cuiabá Esporte Clube, que havia empatado a primeira partida em 3 a 3 no Estádio Germano Krüger, em Ponta Grossa - Paraná, foi derrotado na final do Campeonato Brasileiro da Série C ao ser superado pelo Operário-PR por 1 x 0, na Arena Pantanal, no jogo de volta das finais da competição.

O time paranaense marcou o gol da vitória aos 9 minutos do 2º tempo, com um chute certeiro de Bruno Batata. No entanto, o grande destaque do time visitante foi o goleiro Simão, que fez grandes defesas. 

Apesar de não sair campeão, o Dourado Cuiabano fez uma ótima campanha e garantiu uma ascensão inédita para a Série B do Brasileirão, em 2019.

A Arena pantanal recebeu 41 mil torcedores que lotaram as dependências da praça  esportiva da capital para assistir a peleja. Este foi o maior público em jogos oficiais, desde a sua inauguração em 2014. Foi um jogo totalmente dominado pelo Dourado no primeiro tempo, dono das melhores oportunidades, marcado por grande atuação do goleiro Simão, do time paranaense. Mas na etapa final, em falha de marcação, Bruno Batata chegou ao gol.

O que destoou da grande festa foi aos 3 minutos, quando parte dos refletores da Arena se apagaram, devido a uma pane elétrica, e o jogo foi paralisado. A concessionária Energisa informou que a queda de energia elétrica na Arena não foi causada por problemas no fornecimento de energia ou na rede de distribuição, mas sim, por um problema interno. E olha que o estado tem um gasto enorme com pessoal que se diz especializado para manter o estádio em condições de uso. 


Só depois de uma hora e vinte minutos o sistema foi restabelecido, e, após um novo aquecimento dos jogadores, o jogo foi retomado com 1h30 de atraso.


A renda da partida foi de R$ 570 mil.

Mortes por câncer devem chegar a 9,6 milhões neste ano, estima OMS


O número de mortes em razão de câncer deve chegar a 9,6 milhões neste ano em todo o mundo. Já o total de novos casos deve atingir 18,1 milhões. A estimativa é de um estudo é da Agência Internacional para a Pesquisa sobre Câncer (IARC, na sigla em inglês), órgão vinculado à Organização Mundial de Saúde (OMS).
Segundo a entidade, um em cada cinco homens e uma em cada seis mulheres devem desenvolver câncer em algum momento da vida. Já as mortes decorrentes da doença devem acometer um a cada oito homens e uma a cada onze mulheres.
Conforme as expectativas da associação, quase metade dos novos casos e mais da metade das mortes devem ocorrer na Ásia. O continente concentra cerca de 60% da população mundial. Já a Europa é responsável por 23% das novas ocorrências e 20% dos óbitos, embora contenha somente 9% da população mundial.
Pela projeção, as Américas devem ser responsáveis por 21% dos casos novos identificados e 14,4% da mortalidade global. Assim como na Europa, os índices são maiores do que a participação da região na população mundial, atualmente em 13,3%.

Tipos

Os tipos de câncer que mais levam a mortes devem ser os de pulmão (18,4%), reto (9,2%) e estômago (8,2%). Já nos novos casos, as modalidades com maior incidência devem ser as de pulmão (11,6%), mama (11,6%) e reto (10,2%). Juntos, estas representam cerca de um terço dos registros da doença em todo o mundo.
No recorte por gênero, entre os homens os tipos de câncer mais comuns devem ser os de pulmão (14,5% do total), próstata (13,5%) e reto (10,9%). Já entre as mulheres, as modalidades com maior incidência devem ser câncer de mama (24,2%), seguido por de reto e de pulmão. Nos dois gêneros, o câncer de pulmão deve fechar o ano como o principal responsável por mortes.

Causas


De acordo com a Agência Internacional para a Pesquisa sobre Câncer, as causas para os números são distintas, variando do crescimento e envelhecimento da população a fatores ligados ao desenvolvimento econômico. Em economias emergentes, pontua a associação, há uma transição de doenças relacionadas à pobreza para aquelas vinculadas a determinados estilos de vida.
Fonte: Agência Brasil

Beber cerveja cura gripe, previne Alzheimer e pode ajudar a emagrecer, diz pesquisa


Gosta de tomar uma cervejinha? Agora você tem motivos para isso. Um estudo realizado por profissionais de saúde da Finlândia mostra que a bebida, se consumida em pequenas quantidades, pode fazer bem para a saúde.
A pesquisa foi feita com 125 homens voluntários, com idade entre 35 e 70 anos. Os resultados mostraram que a cerveja emagrece, contribui para a redução nos riscos de infarto, pedras nos rins e pode ajudar a combater o acúmulo de proteínas responsáveis pelos sintomas do Alzheimer.

Resultados

Entre os homens que bebiam cerveja com frequência, os pesquisadores descobriram uma concentração menor de placas beta-amilóides, proteínas que atuam como uma das causas do Alzheimer. Os voluntários que bebiam com frequência vinhos ou destilados não apresentaram queda nas placas, o que fortalece a tese de que a cerveja é a responsável pela redução.

Mais descobertas

Outro estudo realizado por pesquisadores da Sapporo Medical University descobriram que a cerveja pode ajudar a combater o resfriado. Isso acontece porque o humulone, um componente encontrado no lúpulo, é bastante eficaz contra o Vírus Sincicial Respiratório, que pode causar pneumonia e dificuldades respiratórias. O lúpulo também conta com o xanthohumol, um ingrediente que pode ajudar a combater o ganho de peso.
É importante lembrar, no entanto, que os resultados dos estudos ainda não foram comprovados em larga escala, então a dica é não exagerar na hora de beber.


Fonte: Yahoo

Dor crônica afeta pelo menos 37% dos brasileiros


Pelo menos 37% da população brasileira, ou 60 milhões de pessoas, relatam sentir dor de forma crônica, aquela que persiste por mais de três meses, de acordo com estudo feito pela Sociedade Brasileira de Estudos da Dor (SBED). A Região Sul é a mais afetada (42%), seguida do Sudeste (38%), Norte (36%), Centro-Oeste (24%) e do Nordeste (28%). Foram entrevistadas 919 pessoas em todas as regiões.

Por causa da importância e do impacto da dor na vida dos indivíduos, o tema é discutido no Congresso Singular-Sobramid (Sociedade Brasileira de Médicos Intervencionistas em Dor), em Campinas (SP). O encontro, que começou no dia 19 e vai até o dia 22, é o maior sobre o tema no país este ano.

Segundo o presidente da Sociedade Brasileira de Médicos Intervencionistas em Dor (Sobramid), Paulo Renato Fonseca, a dor crônica é tão nociva que pode prejudicar a rotina do indivíduo e estar ligada à depressão, a transtornos de ansiedade e até ao suicídio. “A dor, de modo geral, talvez seja umas das situações humanas que mais causam sofrimento. Não só a dor causa um sintoma desagradável em quem está doente, mas traz repercussões biológicas, psicológicas, sociais, espirituais, isolamento, sentimento negativo e problemas de ordem familiar”.
De acordo com o médico, é preciso tratar a dor com vários profissionais da saúde e médicos intervencionistas que fazem procedimentos para melhorar o sintoma, que interfere diretamente na capacidade de trabalho do indivíduo. “Imagine uma pessoa que tem dor todo dia, o dia inteiro, durante meses. Certamente vai sofrer impacto. Existe um custo para o sistema de seguridade social que tem de arcar com a invalidez temporária, parcial ou definitiva desses pacientes severamente doentes”.
Entre as dores mais comuns estão a lombar, nas articulações, face, boca, pescoço, dores de cabeça, enxaquecas, neuropatia. Para prevenir as dores, os médicos indicam a prática de exercícios, correção postural, alimentação adequada, vacinação (em especial contra herpes zoster), controle do peso e de doenças crônicas, como diabetes e hipertensão. Ao mesmo tempo em que as dores sinalizam doenças, podem agravar condições crônicas e gerar quadros de sedentarismo e obesidade.
Segundo Fonseca, todos os tratamentos para dor crônica estão disponíveis tanto no Sistema Único de Saúde (SUS) quanto nos planos de saúde. "Muitas pessoas acham que são procedimentos de alta tecnologia, caros e não são. São relativamente baratos. Alguns são caros, mas a maioria não é". Ele ressaltou que as técnicas intervencionistas ajudam a reduzir o consumo de analgésicos.
Agência Brasil

Falta de sono aumenta consumo de comida e ganho de peso, alerta estudo



Dormir apenas cinco horas por noite em uma semana de trabalho com acesso ilimitado a lanchinhos pode prejudicar sua silhueta, revelou estudo.

A pesquisa, conduzida pela Universidade de Colorado em Boulder, descobriu que os participantes do estudo ganharam cerca de um quilo quando colocados nesta situação.



Estudos anteriores já tinham demonstrado que a falta de sono poderia provocar aumento de peso, mas as razões para os quilos não eram claras, afirmaram os autores desta pesquisa mais recente.



As novas descobertas, publicadas no periódico Proceedings of the National Academy of Sciences, demonstram que embora ficar acordado por mais tempo demande mais energia, as calorias extra queimadas foram mais uma compensação da quantidade de comida que os participantes do estudo ingeriram.



Os cientistas monitoraram 16 homens e mulheres jovens, magros e saudáveis, que viveram duas semanas no Hospital da Universidade do Colorado, com sono acumulado.



Eles mediram quanta energia os participantes usaram contabilizando a quantidade de oxigênio que eles inalaram e a quantidade de dióxido de carbono que exalaram.



Depois que todos os participantes passaram os três primeiros dias podendo dormir nove horas por noite e comendo refeições controladas para manter o peso, eles foram divididos em dois grupos.


O primeiro grupo, então, levou cinco dias dormindo apenas cinco horas, enquanto o outro grupo passou o período com nove horas de descanso.

Depois dos primeiros cinco dias, os grupos foram trocados. Em ambos, ofereceu-se aos participantes refeições maiores e acesso a lanches, que incluíram sorvetes e batatas fritas, mas também opções mais saudáveis, como frutas e iogurte.

Em média, as pessoas que dormiram até cinco horas por noite queimaram 5% mais energia do que aqueles que repousaram nove horas. No entanto, aqueles com menos horas de sono consumiram 6% mais calorias.

Aqueles com menos hora de descanso mostraram ter uma tendência de tomar cafés da manhã mais frugais, mas abusaram de lanches após o jantar, afirmaram os pesquisadores.

Na verdade, a ingestão de comida noturna somaram mais calorias do que as refeições individuais, acrescentaram.

Os autores do estudo também descobriram que mulheres e homens responderam de forma diferente ao acesso irrestrito à comida.

Embora tanto eles quanto elas tenham ganhado peso quando permitidos a dormir apenas cinco horas, os homens ganharam - mesmo com descanso 'adequado' - quando puderam comer tanto quanto quiseram. As mulheres, ao contrário, mantiveram o peso quando dormiram o período 'adequado', não importa quanta comida tivessem à disposição.