quinta-feira, agosto 15, 2019

Manual orienta mulher da importância do ácido fólico



Você sabia que a gestante tem um dia só pra ela?
E é hoje!O dia é só delas. 15 de agosto é dia das barrigudinhas!
Essa data é comemorada desde 2001, quando o governador de São Paulo, na época, instituiu o dia 15 de agosto como o Dia da Gestante, de acordo com a Lei 10822/01. De lá pra cá, cidades e estados foram aderindo, aos poucos, a essa proposta de dedicar um dia inteiro para discutir a saúde das futuras mamães. 

Entre os muitos temas, dentro do ciclo de interesses da gestantes, está um que é pouco esclarecido: a ingestão do ácido fólico.

Com o objetivo de reduzir em até 85% a incidência de malformação do tubo neural (estrutura embrionária que dá origem ao cérebro e à medula espinhal), a Federação Brasileira de Associação de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo) colocou a disposição da população, há muito tempo - apesar da pouca procura, uma cartilha com recomendações para a prevenção do problema.

A ideia é incentivar que mulheres em idade fértil, com vida sexual ativa e que não utilizam nenhum método contraceptivo passem a tomar 400 microgramas de ácido fólico diariamente por pelo menos 30 dias antes da concepção e até o final do terceiro mês de gestação.
De acordo com a Comissão Especializada em Medicina Fetal da Febrasgo, de 50% a 60% das mulheres no Brasil engravidam sem planejar e apenas cerca de 10% a 15% utilizam o ácido fólico antes de descobrirem que estão grávidas. 

O dado é preocupante, já que a formação e o fechamento do tubo neural acontecem entre o 17.º e o 30.º dia após a concepção, geralmente antes do diagnóstico clínico ou laboratorial da gestação. “Para todas as gestantes preconizamos uma dose diária de 400 microgramas de ácido fólico e apenas para gestantes de alto risco a dose deve ser 10 vezes maior”, explica o site da Febrasgo.

A quantidade indicada pela Organização Mundial da Saúde e defendida pelos médicos é de 0,4 miligrama por dia de ácido fólico para a prevenção de ocorrência dos defeitos do tubo neural. 

O ácido fólico previne outras alterações também como doenças do coração, do trato urinário e fissura lábio-palatina. Para a mamãe, a vitamina traz benefícios como prevenir doenças cardíacas, certos tipos de câncer e anemia.



Alimentos Fortificados

Ácido fólico é encontrado em alimentos fortificados. Quando você vê grãos “enriquecidos”, isso indica que acido fólico foi adicionado. Alimentos enriquecidos incluem aveia instantânea, arroz, pão, macarrão, aveia grossa, pretzels e itens com farinha de trigo enriquecida, tais como tortilhas de trigo, biscoitos doces e de água e sal. Cereais são uma excelente opção para trazer ácido fólico para a sua dieta. Cereais para o café da manhã possuem de 100 a 400 microgramas de ácido fólico por porcão. Verifique sempre o rótulo nutricional para saber se o alimento possui ácido fólico. A maioria dos alimentos importados não o tem.

Alimentos Naturais que Possuem Folato

A forma natural de folato não é absorvida pelo corpo com a mesma facilidade que a forma sintética, o ácido fólico. Alimentos ricos em folato possuem uma composição única que fornece ao corpo melhores fontes de vitaminas, minerais e muita fibra. Esses alimentos são também de baixo teor de gordura e sódio, e não têm colesterol. Alimentos ricos em folato incluem espinafre, couve, folhas de mostarda, brócoli, folhas de nabo, amendoim, feijão fradinho, feijão preto, feijão branco, feijão vermelho e feijão carioca. Outros alimentos que fazem bem ao corpo que possuem folato são abacates, aspargos, suco de laranja, laranjas e morangos.
Solimar Siqueira

Fontes: Guia do bebê e Febrasgo

terça-feira, agosto 06, 2019

Aumenta nível de alerta para sarampo no País


O Ministério da Saúde deu o primeiro passo para a decretação de emergência em saúde pública por sarampo. Diante do avanço de registros em São Paulo e da notificação de casos em outros sete Estados do País, o Ministério da Saúde colocou em operação o Comitê Operativo de Emergência em Saúde (COE). O grupo, com representantes de vigilância, vacinação, atendimento hospitalar, atenção básica e assistência farmacêutica, é encarregado de fazer um acompanhamento diário da evolução da epidemia. Antes dessa medida, o monitoramento da pasta era semanal.
Até a semana passada, haviam sido confirmados no País 646 casos de sarampo, em oito Estados. A maior preocupação está em São Paulo, que concentra registros. Mas há também a constatação de que infecções se espalham por regiões turísticas, como Parati, no Rio, que já confirmou dez casos, e a cidade baiana de Porto Seguro, que notificou um caso suspeito.
O COE aumenta o alerta e se reduz a distância para que o País decrete estado de emergência. A instalação do grupo ocorre quatro meses depois de o Brasil perder o certificado de país livre do sarampo, dado em 2016.
Dois fatores exerceram grande influência: o fato de o sarampo ser altamente contagioso e os níveis de cobertura vacinal se reduzirem. Os números da epidemia mostram que a maior parte dos casos confirmados está na população entre 1 e 5 anos e também entre jovens, que, se vacinados, estariam protegidos contra a doença.
Ao jornal O Estado de S. Paulo, o secretário de Vigilância do Ministério da Saúde, Wanderson Kleber de Oliveira, descartou a possibilidade da decretação imediata de emergência em saúde pública. "A avaliação de risco é feita diariamente, mas desde janeiro temos intensificado as ações contra o sarampo", disse. Rejane Calixto, coordenadora em Saúde de São Paulo, também afirmou não haver uma decisão tomada. Ela veio a Brasília para uma reunião com o Ministério da Saúde.

Kleber de Oliveira afirmou que um dos pontos desfavoráveis para a decretação de emergência seria a corrida aos postos. "Isso poderia drenar a capacidade de trabalho e de recursos, com o desperdício de imunizantes." A decretação de emergência em saúde pública obedece a uma série de quesitos, como o risco de disseminação nacional, a gravidade elevada da doença, a reintrodução de doença erradicada e agentes infecciosos inesperados.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Falta de sono: impactos no seu cérebro

A falta de sono afeta o cérebro de múltiplas formas, e pode comprometer o discernimento, reduzir o tempo de reação e aumentar as chances de “sonhar acordado” durante tarefas monótonas.
“Quando você dorme pouco, seu cérebro volta a ser o de um adolescente. É pura energia e nenhum freio”, compara Michael Howell, neurologista da Universidade de Minnesota, Twin Cities. “De repente, a parte do cérebro que diz ‘é melhor refletir sobre isso’ não funciona direito”.
O objetivo do sono há muito tempo intriga os cientistas, explica Maiken Nedergaard, neurocientista do Centro Médico da Universidade de Rochester, em Nova York. Em termos evolutivos, permanecer inconsciente por horas a fio torna as pessoas e outros animais vulneráveis aos predadores. Ainda assim, não dormir o suficiente pode levar à demência e à morte. A privação crônica do sono pode causar obesidade, diabetes, doenças cardiovasculares e outros distúrbios.
Estudos demonstram que pessoas exaustas se saem pior em testes de memória e têm mais problemas de aprendizagem. Jogadores de basquete cansados, por exemplo, acertam menos arremessos. Até mesmo golfistas que dormem mal precisam de mais tacadas para concluir uma rodada.
“A falta de sono compromete quase tudo”, alerta Howell. No caso dos acidentes, a falta de sono afeta o funcionamento dos lobos frontais do cérebro, responsáveis pela avaliação executiva ou a capacidade de prestar atenção e tomar boas decisões.
Segundo Howell, exames comprovam que o fluxo sanguíneo diminui nas regiões frontais do cérebro e as ondas cerebrais se tornam mais lentas em pessoas exaustas.
Como resultado, a capacidade de reação é comprometida e as chances de cometer erros aumentam. Quando os lobos frontais não funcionam adequadamente, as pessoas também têm mais dificuldade de prestar atenção durante tarefas entediantes, como dirigir um carro em uma rodovia.
Por Emily Sohn


segunda-feira, agosto 05, 2019

Estudo diz que mulheres não são totalmente heterossexuais






Pesquisadores do Departamento de Psicologia da Universidade de Essex, na Inglaterra, divulgaram um estudo em que afirmam que as mulheres podem ser "bissexuais ou homossexuais, mas nunca heterossexuais" quando se trata da atração física.

Segundo o jornal Telegraph, o estudo liderado por Gerulf Rieger analisou as reações de 345 mulheres ao assistirem vídeos em que homens e mulheres apareciam nus. A análise levou em conta a dilatação das pupilas para identificar os estímulos sexuais. 

A experiência demonstrou que as participantes heterossexuais se sentiu atraídas por homens e mulheres, enquanto as declaradamente bissexuais ou homossexuais mostraram mais interesse por pessoas do mesmo sexo.

"Ainda que a maioria das mulheres declare ser heterossexual, o nosso estudo demonstra claramente que, no que diz respeito ao desejo sexual, ou são bissexuais ou homossexuais, mas nunca heterossexuais", afirmou Rieger.

O estudo ainda provou que não dá para concluir qual a preferência sexual de uma pessoa com base na forma como ela se veste. "Isso nos mostra que a forma como as mulheres aparecem em público não significa nada sobre suas preferências sexuais", explicou o pesquisador.

Fonte: Telegraph

domingo, agosto 04, 2019

Especialista afirma que vontade compulsiva de comer 'porcarias' é falta de sexo




A professora de sexologia e especialista em ajudar pessoas a perder peso com "prazer",Jena La Flamme, afirma que uma vida sexual ativa ameniza a vontade de comer alimentos que não são saudáveis.

Jena, que é autora de um livro sobre o assunto e escreve para o site Pleasurable Weight Loss (Perdendo Peso com Prazer, em tradução livre do inglês), acredita que a atividade sexual e a perda de peso estão completamente conectadas, e não apenas porque o 'sexo queima calorias'.

“Se você está privado sexualmente, seu corpo sentirá a falta de sexo e irá procurar prazer em outras áreas. E é tão fácil preencher esse vazio com comida”, disse. “Essa é uma parte muito importante de perder peso com prazer: abraçando sua sensualidade, bem como a sua sexualidade”, afirmou.

A especialista falou ainda sobre a importância do prazer nas relações sexuais, afirmando que encontrar a paz no sexo é essencial e, se você não der atenção à sexualidade, provavelmente irá suprir essa falta comendo doces.

Fonte: Pleasurable Weight Loss

sábado, agosto 03, 2019

Consumo abusivo de álcool aumenta 42,9% entre mulheres de 18 e 24 anos


Dados inéditos do Ministério da Saúde apontam que 17,9% da população adulta no Brasil fazem uso abusivo de bebida alcoólica. O percentual é 14,7% a mais do que o registrado no país em 2006 (15,6%). Mesmo com o percentual menor, as mulheres (11%) apresentaram maior crescimento em relação aos homens (26%), no período de 2006 a 2018. Em 2006, o percentual entre as mulheres era de 7,7% e entre os homens, 24,8%.

Os dados são da Pesquisa de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel), de 2018.

A pesquisa apontou ainda que o uso abusivo entre os homens é mais frequente na faixa etária de 25 a 34 anos, 34,2% e entre as mulheres nas idades de 18 a 24 anos (18%). O menor percentual entre os homens e mulheres, foram observados em pessoas com 65 anos e mais, sendo, 7,2% entre homens e 2% em mulheres. O percentual de consumo abusivo entre os brasileiros tende a diminuir com o avanço da idade, em ambos os sexos.

É considerado ‘uso abusivo de álcool’, a ingestão de quatro ou mais doses entre as mulheres e cinco ou mais doses de bebidas alcoólicas entre os homens, em uma mesma ocasião, nos últimos 30 dias. O Ministério da Saúde alerta que o consumo de qualquer tipo de bebida alcoólica pode trazer danos imediatos à saúde ou a médio e longo prazo. O uso abusivo de álcool é uma pauta intersetorial e também um fator de risco que influencia negativamente dois aspectos: aumento das Doenças Crônicas Não Transmissíveis (DCNTs); e o aumento de agravos, como acidentes e violência.

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), não existe volume seguro de álcool a ser consumido, porque ele é tóxico para o organismo humano e pode provocar doenças mentais, diversos cânceres, problemas hepático, como a cirrose, alterações cardiovasculares, com riso de infarto e acidente vascular cerebral e a diminuição de imunidade. Além de ser responsável por episódios de violência física contra si ou contra outras pessoas.

Dados inéditos de mortalidade do Ministério da Saúde apontam que 1,45% do total de óbitos ocorridos entre os anos de 2000 a 2017 estão totalmente atribuídos à ingestão abusiva de bebidas, como doença hepática alcoólica. Quando verificado o número de mortes entre os sexos, os homens morrem aproximadamente nove vezes mais do que as mulheres por causas totalmente atribuídas ao álcool. Os óbitos excluem acidentes e violências e outras causas parcialmente atribuídas.

De acordo com a OMS, em todo o mundo, mais de 3 milhões de homens e mulheres morrem todos os anos pelo uso nocivo de bebidas alcoólicas. Ao todo, 5% das doenças mundiais são causadas pelo álcool.


Com informações da assessoria do MS

sexta-feira, agosto 02, 2019

5 benefícios da hortelã para a saúde que a tornam ainda mais revigorante


De balinhas a mojitos, pastas de dente e antissépticos bucais, esta deliciosa planta tem sido utilizada há séculos por seu sabor e frescor. Mas você sabia que ela também tem benefícios surpreendentes para a saúde? Leia mais para compreender o poder revigorante da hortelã!
1.    Ela pode ajudar com problemas abdominais.
O óleo de hortelã tem sido associado à redução da dor, desconforto estomacal e outros sintomas da Síndrome do Intestino Irritaddo, em grande parte devido aos efeitos antiespasmódicos do metanol encontrados na planta. Dito isto, a maioria desses benefícios foi observada com o óleo em forma de cápsulas – não como alimento – então verifique com o seu médico antes de iniciar qualquer suplementação. Ainda assim, as propriedades calmantes do chá de hortelã podem dar uma mãozinha, além de ajudá-lo a ficar hidratado (e aquecido!) durante os meses secos de inverno.
2.    É anti-inflamatória.
Como outros alimentos de origem vegetal (legumes, verduras, frutas, nozes, sementes, feijão e grãos integrais), a hortelã contém fitonutrientes com propriedades antioxidantes, o que reduz o dano celular causado pelo estresse oxidativo. Além disso, os compostos anti-inflamatórios primários da hortelã podem inibir o início da inflamação crônica.
E uma vez que um alimento não consegue desfazer os efeitos de uma dieta de má qualidade: use a hortelã para cozinhar e condimentar refeições e lanches à base de vegetais, não apenas pelos benefícios à saúde.
3.    Tem benefícios imunológicos.
Além de suas atividades antioxidantes, 1/4 xícara de hortelã fornece quase metade de suas necessidades diárias de vitamina A. A vitamina contida na planta ajuda a proteger suas células contra danos ao eliminar os radicais livres que prejudicam os tecidos do corpo, ajudando a reduzir o risco de doenças crônicas, como doenças cardíacas, diabetes e alguns tipos de câncer. Outro possível benefício: os compostos encontrados nas Folhas de hortelã possuem ação inibitória sobre as enzimas que promovem o surgimento de tumores.
4.    Pode ajudar a proteger contra bactérias nocivas.
Algumas pesquisas vincularam os compostos antibacterianos nos óleos essenciais da hortelã – carvona e limoneno – à redução do risco de bactérias potencialmente nocivas, tanto do tipo encontrado nos alimentos contaminados quanto do trato gastrointestinal. Além disso, algumas pesquisas iniciais relacionam esses compostos à redução no risco de doenças transmitidas por alimentos quando usados para armazenamento e preservação. De maneira geral, a vasta gama de nutrientes que protegem a imunidade, encontrados em diferentes tipos de plantas e especiarias (incluindo a hortelã!), foi estudada quanto a seus possíveis benefícios na proteção de nosso sistema imunológico contra a ruptura causadora de doenças, mas com um alerta: mais pesquisas ainda precisam ser feitas para avaliar completamente quão impactantes essas substâncias são na proteção da imunidade. Por enquanto, adicionar hortelã a refeições e lanches não deve substituir nenhuma das suas atuais práticas de segurança alimentar, mas pode aprimorá-las!
5.    Pode ajudar a reduzir o teor de sódio.
Cortar o sal sem perder sabor requer ervas e especiarias complementares para a melhorar o sabor da comida – e a hortelã não é exceção! Usar hortelã em qualquer coisa, desde saladas (ou frutas!) a peixes, carne e aves, pode ajudar a limitar a quantidade de sal que você adiciona aos alimentos sem sacrificar o gosto, elevar o custo ou aumentar o tempo de preparo da receita.
 

quinta-feira, agosto 01, 2019

Veja os caminhos da longevidade


Já imaginou viver dez anos a mais que o restante da humanidade? Pois cinco povos do planeta conhecem o caminho da longevidade. Confira!

1. Utilize pratos menores

Estudos americanos mostram que, quando ingerimos até 25% menos comida, o colesterol total e o LDL (porção ruim), o triglicérides e a pressão arterial são reduzidos e o peso fica estável. Um conselho? Coma até ficar 80% satisfeita. O povo da ilha japonesa usa pratos de 23 cm de diâmetro para ingerir até 30% menos comida – no Brasil, os pratos de porcelana possuem cerca de 26 cm

2. Reduza o sal diariamente

Em 2010, o periódico inglês New England Journal of Medicine divulgou o seguinte dado: a diminuição de 3 g de sal por dia pode evitar 44 mil mortes por ano. O cuidado previne e controla a hipertensão, que agrava a insuficiência renal e as doenças cardíacas. Dicas para reduzi-lo: abuse das ervas aromáticas, que realçam o sabor dos alimentos, e fuja dos embutidos, enlatados e congelados.

3. Cochile durante o dia

A sesta (soneca após o almoço) é um hábito na Península de Nicoya, na Costa Rica. Em outras partes do mundo, essa pausa diurna também é comum. Segundo os cientistas, a sesta melhora a saúde e nos deixa mais espertos. Num teste feito na Califórnia (EUA), um grupo dormiu 90 minutos e outro não. Após a soneca, o primeiro time pontuou bem mais numa dinâmica de aprendizagem .

4. Pense de forma positiva

A ciência já provou que ser otimista reforça o bem-estar. Isso porque nenhum órgão está separado dos nossos pensamentos – cada crença desencadeia uma resposta química que nos fortalece ou enfraquece. Para pensar positivo, medite imaginando uma paisagem inspiradora (praia, cachoeira). Sinta gratidão por tudo o que está funcionando na sua vida em vez de lembrar o que deu errado.

5. Consuma mais vitamina C

Uma única laranja tem a dose de vitamina C que o nosso corpo precisa por dia (60 miligramas). A fruta age como um catalisador no organismo, facilitando e induzindo várias reações necessárias à boa saúde: previne o câncer, afasta resfriados e, por sua ação antioxidante, ajuda a pele a se recuperar mais facilmente dos danos causados pelo sol. Outras fontes de vitamina C: batata, aspargo e pimenta.

6. Coma nozes e soja

Cerca de 25% dos adventistas de Loma Linda (EUA) comem nozes cinco vezes por semana. Com o hábito, cortaram pela metade o risco de doenças cardíacas. Uma boa cota diária? Duas unidades. Na dieta de Okinawa, no Japão, reinam o tofu e outros itens à base de soja. O grão evita males cardiovasculares – dos cerca de 1 milhão de habitantes da ilha, mais de 900 já festejaram 100 anos!

7. Prefira alimentos frescos

Se consumir itens frescos é provável que você viva mais. Os alimentos da safra, que não recebem grande quantidade de conservantes, têm mais nutrientes. Aumentar o consumo de vegetais é uma das medidas mais significativas na prevenção de males crônicos. Isso porque os alimentos naturais possuem muitos antioxidantes, fibras e gorduras boas que favorecem o perfeito funcionamento do organismo.

8. Tome banhos frios

Uma ducha em temperatura baixa faz maravilhas! Segundo os adeptos, ela aumenta a circulação, reforça o sistema imunológico, melhora o humor e revigora. Se você tem medo de água fria, comece pela morninha e vá abrindo o chuveiro. O banho frio proporciona, inclusive, uma pele mais jovem: estudo alemão revela que ele eleva os níveis de glutationa, antioxidante natural do organismo.

9. Tempere com alho

Com propriedades medicinais, esse condimento é usado desde a Antiguidade para dar sabor à comida. Melhora a circulação e a saúde do coração, diminui os níveis de colesterol, equilibra a pressão arterial e potencializa o sistema imunológico. Ou seja, é um santo remédio! Você pode consumi-lo cru e em chás ou xaropes. Mas a maneira mais gostosa é no dia a dia, como tempero na comida.

10. Invista nos integrais

Além do pão, inclua farinha, arroz, massa e outros produtos integrais na dieta. O motivo? No processo de refinamento, o germe dos grãos é retirado, o que empobrece o alimento. Portanto, os integrais reúnem muito mais nutrientes do que os refinados. O grão integral ainda possui carboidrato complexo, que demora mais para ser digerido pelo organismo, promovendo uma saciedade rápida.

11. Exercite-se e fique mais ágil

A vida moderna, que nos faz usar o carro para tudo, é um veneno para o organismo. A longevidade dos povos que não adoecem se deve ao fato de estarem sempre em movimento. Portanto, mexa-se! Atividades como cuidar do jardim ou ir à padaria a pé contam muito. Mas tente praticar um exercício ou esporte que lhe dê prazer diariamente – ele vai deixar o seu corpo ágil, alerta e saudável.

12. Seja mais sociável

Manter-se próxima da família é um dos hábitos cultivados pelas pessoas da Sardenha, na Itália, e da Ilha de Icária, na Grécia. Além dos familiares, os moradores de Loma Linda ainda possuem uma relação íntima com os amigos. O relacionamento aumenta a motivação e reduz o stress. Não sabe por onde começar a expandir o seu círculo social? Dedique-se a um trabalho voluntário ou hobbie.
Fotos: Getty Images

quarta-feira, julho 31, 2019

Você precisa de muito para ser feliz?


Simplificar a vida e se concentrar no mais importante é a essência do estilo de vida minimalista. Isso significa não acumular objetos, organizar a bagunça, descomplicar a rotina e ter tempo para fazer o que gosta e conviver com pessoas queridas. No minimalismo, movimento inspirado nas artes, a ideia é viver com menos. Porém, a opção, também conhecida como simplicidade voluntária, não tem a ver com falta de dinheiro. 
"É uma escolha típica de pessoas das classes média e alta, que, justamente por terem tido acesso à sociedade do consumo, se frustraram e optaram por outro estilo de vida", explica Jelson Oliveira (foto), professor e coordenador do programa de pós-graduação em Filosofia da PUC-PR (Pontifícia Universidade Católica do Paraná).
O professor vem estudando o tema para escrever o livro "Simplicidade", último volume de sua trilogia "Sabedoria Prática", publicada pela Editora Champagnat, previsto para ser lançado este ano. Em seu diagnóstico, Oliveira nota que o apelo à simplicidade está crescendo como resposta ao cansaço do mundo do excessos, "que não é capaz de satisfazer os desejos humanos mais profundos".
A percepção de que não precisava de muitas coisas para ser feliz foi o que motivou Samantha Shiraishi (foto), estrategista e ativista digital, 40 anos, a adotar um modo de vida minimalista. O aprendizado veio da experiência de morar com o marido no Japão, onde teve de abrir mão do espaço a que estava acostumada para viver em um espremido conjugado, em que até a cama (na verdade, um colchão japonês) ia para o guarda-roupa depois de usada, para o casal poder circular.
"De repente, eu não tinha mais nada daquela estrutura que estava habituada. Foi uma experiência de desapego", relembra Samantha. Além disso, o fato de ter passado por dois terremotos também influenciou a mudança de vida na volta para o Brasil. "Percebi que, para sobreviver, você não precisa de muito e que, às vezes, o excesso sufoca".

Consumismo

Atualmente, Samantha mora com o marido e três filhos em um apartamento de cerca de 80 metros quadrados em São Paulo. Ela busca manter poucos móveis e levar uma vida prática. Mas o exercício do desapego é constante. Recentemente, teve de se desfazer de uma mesa de jantar com seis lugares e uma cristaleira de madeira de mais de 80 anos, herança da avó, para sobrar espaço para a filha caçula, de quatro meses. "Não cabia mais na nossa vida".
Não acumular e consumir de forma consciente é um dos mantras do minimalismo no dia a dia. O instrumentista e professor substituto de Música da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro) Jorge Santos, 30 anos, pode ser considerado um exemplo de consumidor frugal, apesar de dispensar o rótulo de minimalista. "Tenho o hábito de sempre questionar a necessidade de comprar certos objetos", afirma.
Esse comportamento está tão enraizado na vida do músico que, às vezes, ele tem dificuldade de adquirir coisas novas, como óculos de sol, que vem cogitando comprar há quase dois anos. "Fico avaliando o quanto realmente preciso disso, se não é apenas desejo".



Jorge Santos também procura doar tudo o que não usa e se livra dos objetos com facilidade. "Não quero ficar preso. Minha vontade era poder me mudar e não ter nada para levar".

Para quem ainda não chegou a esse grau de desapego, mas gostaria de consumir com mais moderação, o professor e filósofo Jelson Oliveira recomenda fazer três perguntas básicas antes de efetuar qualquer compra: "Preciso?", "Preciso agora?" e "Posso pagar?". Depois de responder a esses três questionamentos, fica mais difícil gastar por impulso.

Vida simples

O estilo de vida minimalista não se resume à economia de bens materiais. Para os entusiastas da ideia, a intenção é simplificar tudo para ter menos com o que se preocupar e desfrutar melhor do que traz mais felicidade.
Na busca por esse objetivo, é comum aposentar o carro, que costuma implicar em gastos e complicações, procurar um emprego mais perto de casa, mesmo que se ganhe menos, mudar para um lugar menor, reduzindo assim as manutenções, entre outras atitudes que facilitem o cotidiano. Ter mais contato com a natureza e com os amigos também estão entre as prioridades dos minimalistas.
Samantha Shiraishi encontrou na simplicidade uma maneira de aproveitar mais a convivência familiar. Ela trabalha a poucas quadras de onde mora, assim pode almoçar com os filhos em casa e ter uma alimentação saudável. Possui um carro, que divide com o marido, também seu sócio. Além disso, a escola dos filhos fica no mesmo bairro, diminuindo os deslocamentos. Todas essas escolhas foram pensadas e geram tanto economia quanto mais tempo para a família.


"Fico feliz por poder fazer escolhas mais conscientes, sinto que não sou movida apenas pelas circunstâncias".

Viver Bem

terça-feira, julho 30, 2019

Veja 7 perguntas que você não deve fazer numa entrevista de emprego



Fazer perguntas durante uma entrevista de emprego é uma forma de obter mais informações sobre o trabalho e a empresa. Também é um modo de o candidato demonstrar interesse pela vaga.
"O entrevistado deve aproveitar o momento para tirar dúvidas sobre a vaga e entender melhor quais serão suas atribuições e responsabilidades, o que dará mais clareza sobre a decisão de continuar no processo seletivo ou não", afirma Janice Souza, consultora de recursos humanos da Luandre.  
Os entrevistadores costumam estar abertos a perguntas, mas nem sempre podem falar sobre tudo, diz o headhunter da Recrutando.com, Luiz Pagnez. "Algumas vezes o recrutador não pode fornecer muitas informações devido à confidencialidade da vaga, por exemplo".
Fazer perguntas é algo bem visto pelo entrevistador, já que a atitude demonstra interesse. Por outro lado, ficar à vontade demais pode ser perigoso.
"É preciso tomar cuidado quando se decide ter um papel mais ativo na entrevista, pois há perguntas que devem ser evitadas ou que o candidato deveria fazer em outra etapa do processo seletivo", diz Janice Souza.
Especialistas elaboraram uma lista com 7 perguntas que você não deve fazer durante uma entrevista de emprego. 
Confira perguntas que podem eliminar o candidato:


O que essa empresa faz?
Esse tipo de pergunta demonstra claramente que o candidato não se preparou para a entrevista

Você não leu o meu currículo?
Muitas vezes, o recrutador pode fazer a mesma pergunta de várias formas diferentes para avaliar a confiança e o conhecimento do candidato em determinado assunto. Isso não significa que ele não leu o currículo

Não gosto de trabalhar sob pressão; como será a rotina?
Quase todo profissional enfrenta algum tipo de pressão no seu dia a dia. Dizer que você não sabe trabalhar assim pode eliminá-lo do processo seletivo

Eventualmente, posso sair mais cedo ou chegar atrasado?
Se a empresa tiver uma política de banco de horas ou horários flexíveis, é melhor esperar começar a trabalhar para descobrir. Esse tipo de pergunta pode passar uma impressão de desleixo para o recrutador

Quando serei promovido?
A empresa vai querer ver o que você traz de resultado antes de lhe dar uma promoção. Demonstrar essa preocupação já na entrevista pode passar a impressão de que você tem uma expectativa equivocada da empresa

Tenho uma viagem marcada. Posso adiantar minhas férias?
A empresa está contratando para resolver uma demanda provavelmente urgente. Se você tem compromissos, ela vai dar preferência para outros candidatos. Se tiver um compromisso agendado, deixe para comentar no final do processo e se realmente a empresa fizer uma proposta

Perguntas sobre salário também devem ser evitadas
A entrevista é o primeiro contato e serve para o candidato e a empresa se conhecerem. É um namoro. Se a relação parecer boa para ambas as partes, a empresa fará uma proposta. Nesse momento será possível discutir sobre salário
  • UOL

segunda-feira, julho 29, 2019

10 situações cotidianas que fazem a gente perder a cabeça



  1. Computador travado. Não importa o que está fazendo, é a coisa mais chata que existe que justo no meio de uma importante conversa por chat ou fazendo o trabalho que deve entregar em poucas horas, o computador simplesmente trave. É comum que exista alguma falibilidade em nosso computador, mas por que acontece no momento que mais precisamos? A variante deste caso é a necessidade de impressão. A folgada da impressora passa o dia todo ali sem fazer merd@ nenhuma, mas bem na hora que você está com pressa e envia um documento para impressão, acontece algo que faz você perder tempo: o papel acaba, o toner espalha pó, o papel trava...
  2. 10 curiosidades quotidianas que te fazem a gente perder a cabeça
  3. Que o papel acabe. Por que? Por que logo comigo? É certo que alguma vez já passou por isso e sabe o quão terrível e desesperante é que acabe o papel e não tenha ninguém por perto que possa ajudar a consegui-lo. Se você estiver em casa, tudo bem. Dá para ir até a dispensa, como um cowboy cagado (nunca melhor dito) buscar papel. Mas e quando está na casa dos outros? Tem bidê? Show de bola. Do contrário a saída é usar mesmo a cueca ou a calcinha para fazer o trabalho sujo.
  4. 10 curiosidades quotidianas que te fazem a gente perder a cabeça
  5. Perder as chaves. A gente está a ponto de sair para um encontro muito importante e bem neste instante as chaves, sacanas que são, resolvem brincar de esconde-esconde. Depois de procurar como um louco pela casa toda, a ponto de ficar descomposto para o compromisso posterior, descobre que as danadas se esconderam no local mais óbvio, no chaveiro atrás da porta da cozinha. Filhadamãe...
  6. 10 curiosidades quotidianas que te fazem a gente perder a cabeça
  7. Quando chega o espertinho. Você, como a maioria das pessoas educadas e ordeiras, espera minutos, às vezes horas, na longa fila para conseguir algo que precisa, quando de repente chega um fdp que fura a fila porque está com pressa, ou por ter QI que lhe outorgou tremendo privilégio. O mesmo vale para aquelas filas de banco e de repente aparece um tiozinho na fila de idosos com duplicatas e documentos de todos os moradores do bairro a serem pagos, Dá vontade de praticar o haraquiri!
  8. 10 curiosidades quotidianas que te fazem a gente perder a cabeça
  9. Porta na cara. Nós somos um povo conhecido por deixar para fazer tudo no último momento, mas a vezes as obrigações diárias nos permite o tempo justo para chegar a algum lugar para realizar um pagamento, comprar algo ou qualquer coisa que resulte importante fazer justo naquele dia. Quando chegamos à loja, resulta que alguém com um sorriso nos lábios fecha a porta na nossa cara porque já terminou o expediente. Broxante!
  10. 10 curiosidades quotidianas que te fazem a gente perder a cabeça
  11. Não ter troco. De quem é a responsabilidade do troco? Com respeito ao tema são muitas as discussões sobre se devemos levar o dinheiro trocado ou o vendedor ou prestador de serviços deveria ter o troco esperado. De qualquer forma é irritante a tal balinha e chiclete de troco. De dez em dez centavos Tio Patinhas ficou milionário.
  12. 10 curiosidades quotidianas que te fazem a gente perder a cabeça
  13. Atraso no encontro. Passam alguns minutos e pensa que você se equivocou no horário do encontro, passa meia hora e recebe uma ligação do tipo "estou chegando aí!", e você ali belo e formoso plantado, que nem Comigo ninguém pode atrás da porta da casa de supersticioso. Isto é uma coisa que todos deveriam evitar, é tão mais fácil dizer: "não posso ir", que deixar alguém esperando.
  14. 10 curiosidades quotidianas que te fazem a gente perder a cabeça
  15. Quando acaba a luz. O que é que funciona sem energia elétrica nestes dias? Ficar sem luz é como regressar o mundo muitos séculos atrás. Pior que isso sempre acontece quando você está vendo um filme, navegando na Internet ou até tomando banho... com a cabeça cheai de xampu. Cadê o fósforo? Cadê a vela? Por isso é altamente recomendável ter luzes de emergência em casa, que atualmente com o evento xing ling tem custos bem em conta.

  16. O carro não pega. Onde foi parar todo o dinheiro investido em um automóvel quando de repente decide não funcionar e agente precisa dele? Como variantes, temos bateria arriada e pneu furado. Que coisas mais chatas!
  17. 10 curiosidades quotidianas que te fazem a gente perder a cabeça
  18. Emprestar e esquecer. Quantas de suas coisas não desapareceram porque decidiu emprestar e nunca mais regressaram a suas mãos? Neste caso podemos incluir o empréstimo financeiro que vem acompanhado de esquecimento e depois da perda da amizade.